
A escola de samba do Rio de Janeiro, Unidos da Tijuca, na qual a cantora Lexa é Rainha de Bateria, comunicou que, após o anúncio dado nesta segunda-feira (10), da morte da bebê Sofia, informaram em suas redes sociais, que não substituirá a famosa no desfile de Carnaval 2025.
No mensagem deixada para Lexa, no feed do perfil do Instagram da agremiação, a escola fez uma homenagem, onde escreveram ao final:
“Junto a cada mãe que chora está o choro de Oxum, e é nos braços dela, onde nos encontramos acolhidos, repletos de amor, doçura e afeto, que desejamos que toda a família esteja nesse momento. Nossa pequena Sofia será, agora e para sempre, uma estrela a iluminar a vida de seus pais e familiares, e também uma estrela a iluminar os nossos caminhos. E é por respeito, consideração e carinho, que anunciamos a decisão de não estabelecer ninguém a frente da bateria Pura Cadência para esse carnaval, num gesto de empatia, de importância e de homenagem. Estejam na paz e na luz”.
Contudo, a notícia de que sua primeira filha com seu noivo Ricardo Vianna faleceu, foi publicada pela cantora nas redes sociais, e segundo ela, Sofia, como iria ser chamada, nasceu de 25 semanas, no dia 2 de fevereiro, mas acabou não resistindo, e morreu três dias depois.
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Filha de Lexa poderia ter nascido com sequelas, diz médica
A cantora Lexa contou em suas redes sociais nesta segunda-feira (30), que sua primeira filha, faleceu três dias depois após o nascimento, estando com 25 semanas no dia 2 de fevereiro, mas acabou não resistindo e falecendo no dia 5. A funkeira esteve internada há um pouco mais de duas semanas com um quadro de pré-eclâmpsia, e precisou adiantar o parto para tentar salvar sua vida como a de sua herdeira.
De acordo a médica ginecologista e obstetra Patrícia Magier, este caso da bebê Sofia, teria dois agravantes, na qual, com sua vinda ao mundo, poderia ter nascido com algumas sequelas, sendo eles: “Dentro das complicações neurológicas, paralisia cerebral por conta da falta de oxigenação para o cérebro ou o próprio sangramento cerebral nos primeiros dias de vida”.
Além de, mesmo com a sobrevivência da menina, ela poderia enfrentar alguns problemas fisiológicos mais cedo ou mais tarde, e explicou: “Déficit de aprendizado cognitivo, alterações no seu comportamento pela prematuridade, problemas respiratórios, pulmões imaturos, pode precisar de uma dependência de oxigênio mais suscetível para problemas pulmonares como asma, doença respiratória crônica, muito comum o bebê ter apneia por conta da prematuridade de um pulmão que também não está totalmente maduro”.
E ainda, na UTI, o bebê pode apresentar desconforto respiratório, tendo: hemorragia intracraniana e complicações digestivas como a enterocolite necrosante.
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