
Após 15 anos, a Rosas de Ouro voltou a brilhar no Sambódromo do Anhembi e conquistou o título do Carnaval de São Paulo de 2025. Com um enredo sobre jogos, apostas e sorte, a escola superou rivais como Mocidade Alegre e Águia de Ouro, que perderam a liderança na última nota da apuração, de Evolução, garantindo assim o oitavo troféu da agremiação.
A última vez que a Rosas de Ouro venceu foi em 2010, com um desfile inesquecível sobre o Chocolate. A escola teve um desempenho de 269,8 pontos, empatando com os Acadêmicos do Tatuapé, mas levando o campeonato no critério de desempate. No próximo sábado (8), a campeã e outras escolas do Grupo Especial estarão de volta ao Sambódromo para o Desfile das Campeãs.
Classificação final do Carnaval de SP:
1º – Rosas de Ouro – 269.8 pontos (Campeã)
2º – Acadêmicos do Tatuapé – 269.8 pontos
3º – Gaviões da Fiel – 269.7 pontos
4º – Mocidade Alegre – 269.7 pontos
5º – Camisa Verde e Branco – 269.7 pontos
6º – Dragões da Real – 269.6 pontos
7º – Águia de Ouro – 269.5 pontos
8º – Estrela do Terceiro Milênio – 269.5 pontos
9º – Vai-Vai – 269.4 pontos
10º – Colorado do Brás – 269.3 pontos
11º – Império da Casa Verde – 269.2 pontos
12º – Barroca da Zona Sul – 269.0 pontos
13º – Acadêmicos do Tucuruvi – 269.0 pontos (rebaixada)
14º – Mancha Verde – 268.9 pontos (rebaixada)
Enredo da Rosas de Ouro
Com o enredo “Rosas de Ouro em uma grande jogada”, a escola campeã do Carnaval de São Paulo 2025, Rosas de Ouro, conquistou os jurados ao apostar na temática de sorte e jogos. A apresentação encantou com carros alegóricos criativos que trouxeram representações de xadrez, cassinos e até videogames, com referências a personagens clássicos como os da Nintendo e Pokémon. O brilho e o luxo das fantasias, refletindo os primeiros raios de sol, também foram marcantes, reforçando a grandiosidade da agremiação.
Enquanto isso, a Acadêmicos do Tucuruvi e a Mancha Verde não tiveram a mesma sorte e foram rebaixadas, passando a disputar o Carnaval de 2026 no Grupo de Acesso I. O enredo da Tucuruvi, que exaltava os povos indígenas Tupinambás, e o da Mancha Verde, que celebrava a religiosidade e a cultura da Bahia, não foram suficientes para evitar o descenso para o grupo inferior. A disputa entre o devoto e o profano na narrativa da Mancha Verde não teve o impacto esperado, resultando no rebaixamento da escola.
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