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A investigação mira uma organização criminosa que movimentou ilegalmente R$1,6 bilhão via transações bancárias no estado de São Paulo.
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Agentes federais cumpriram mandados de busca e apreensão em endereços ligados aos funkeiros em 15/04/26 recolhendo diversos bens de luxo.
A autoridade policial suspeita que o esquema utilizava empresas de fachada e laranjas para ocultar a origem criminosa do dinheiro.
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A PF confiscou veículos importados e joias para periciar se os itens eram usados para lavar o capital ilícito do grupo criminoso.
O monitoramento das redes sociais permitiu que os investigadores encontrassem bens valiosos não declarados oficialmente à Receita Federal.
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As defesas de Poze e Ryan SP alegam que os artistas são inocentes e que todo o seu patrimônio provém de shows e da monetização digital.
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