Instagram/@oscarschmidt14
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Oscar rejeitava o dom divino: seu apelido vinha de treinos exaustivos. Ele era o último a sair da quadra, arremessando centenas de bolas extras diariamente.
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Draftado pelo New Jersey Nets em 1984, ele recusou o contrato, já que as regras da época proibiam profissionais da NBA em seleções nacionais.
Oscar liderou o Brasil na histórica vitória contra os EUA na final do Pan de Indianápolis. Quando os americanos perderam em casa pela primeira vez.
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Com incríveis 49.737 pontos, Oscar é o maior cestinha da história do basquete mundial (não oficial), superando recordes de lendas da NBA.
Em 2013, foi imortalizado no Basketball Hall of Fame nos EUA. Seu discurso sincero e bem-humorado é lembrado como um dos mais marcantes da instituição.
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Desde 2011, enfrentou com resiliência um câncer no cérebro. Ele faleceu em 17/04/2026, em decorrência de uma parada cardiorrespiratória.
/Instagram/@bbb, Foto: Manoella Mello/Globo