TImothée Chalamet em Adoráveis Mulheres
TImothée Chalamet em Adoráveis Mulheres (Imagem: Divulgação)

Ainda sem estrear no Brasil, com lançamento marcado para janeiro, o filme Adoráveis Mulheres (chamado originalmente de Little Women), em sua nova adaptação, não está fazendo feio no cenário internacional. Para se ter uma ideia, o longa já estreou nos Estados Unidos e conquistou bons resultados. Tendo uma estreia excelente, surpreendendo muitos que acreditavam que o filme não empolgaria, o longa já tem uma boa bilheteria.

De acordo com os dados revelados até o momento, conforme publicação do site de notícias de entretenimento CinePOP, o filme abriu com um total de US$ 29 milhões no final de semana estendido dos Estados Unidos, que trouxe a estreia da produção, dirigida por Greta Gerwig. E o resultado vai, segundo as informações, muito além do que esperava o estúdio, que cogitava uma arrecadação em torno de US$ 16 ou 17 milhões.

Do total arrecadado até o momento, o filme obteve também mais US$ 6,3 milhões em outros mercados internacionais, como Reino Unido e Espanha, onde também já ocorreram os lançamentos. Para completar, o filme tem um total de arrecadação, ao redor do mundo, de US$ 35,3 milhões. Vale lembrar que o filme, que já recebeu indicações para prêmios, como o Globo de Ouro, foi muito defendido pela diretora, juntamente com sua realização.

A defesa veio em um momento sobre produção audiovisual que, segundo Greta Gerwig, é um bom momento para mulheres no ramo do cinema. “Nunca houve um melhor momento para uma mulher que quer dirigir ou escrever [filmes]. Temos um longo caminho para trilhar, mas tenho apoio de diversos cineastas e atores. Estou animada para ver como serão os filmes da próxima geração comandados por mulheres”, disse a cineasta.

E, nesse tom otimista, conforme a referida fala de Gerwig ao site de notícias de entretenimento Entertainment Weekly, o filme e a diretora também foram bem elogiados pela atriz Laura Dern, que estrela a produção. Ainda na conversa com a EW, ela afirmou, igualmente otimista: “Para mim, Greta fez um filme sobre encontrar a sua própria musa, sobre ser uma artista. O que significa, para uma mulher, ser livre e ser independente para fazer suas próprias escolhas, apesar do que sua família e o mundo dizem para você”.

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