Akira ressurge com poster épico do IMAX

“Akira” 1988, Diretor Otomo Katsuhiro

Akira é um dos melhores filmes de anime, considerado um clássico atemporal e sucesso até hoje, com uma animação insana e história emocional. O longa metragem estreou em 1988, tendo roteiro e arte de  Katsuhiro Otomo, que também criou o mangá no qual o filme é baseado.

A trama no estilo cyber punk se passa no Japão do século XXI, logo após a Terceira guerra Mundial e acompanha o jovem Tetsuo, que faz parte de uma gangue de motoqueiros. Testuo e sua gangue se veem presos a uma conspiração do governo. O jovem também descobre que tem habilidades psíquicas impressionantes, que podem levar à destruição de todo o planeta Terra.

E Akira retornará nos cinemas remasterizado em 4K IMAX. Recentemente a Toho Animation divulgou o primeiro cartaz do retorno do anime nas telonas, confira abaixo.

Contudo, apesar de já haver uma data da estreia, três de abril, não se sabe se o filme chegará de fato ao cinemas nesta data por conta da pandemia de Coronavírus que vem fechando os cinemas ao redor do mundo, além de cancelar as gravações de diversas produções e eventos.

O mangá Akira foi distribuído no Brasil pela Editore JBC, e conquistou um prêmio Publicação de Clássico no 30º Trófeu HQ Mix. No IMDb, o filme animado conquistou a nota 8,0 / 10, enquanto no Rotten Tomatoes tem 90% aprovação tanto da crítica quanto do público.

Confira abaixo comentários sobre o Akira:

“Momentos que só podem ser capturados como animação fazem Akira ainda valer a pena assistir: rajadas de vento de lâminas de helicóptero, rajadas de explosões ardentes, visões de Tetsuo” – Brian Gibson, Vue Weekly.

“[Akira] é uma explosão e meia, uma parábola distópica distorcida de violência e rock and roll, no estilo japonês. É a Disney no PCP, malvada, podre, psicótica, mas incrivelmente vívida” – Stephen Hunter Baltimore Sun.

“Enquanto sua trama de ficção científica e grupos de personagens tipicamente complicados às vezes levam a fronteira do incoerente, é difícil não admirar as paisagens urbanas gigantes desenhadas à mão que compõem o cenário para a ação que chama a atenção” – David Jenkins, Little White Lies.

 

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