Alexa Mansour fala sobre sua personagem em The Walking Dead: World Beyond

Alexa Mansour no derivado The Walking Dead: World Beyond (Imagem: Divulgação)

A estrela norte-americana de 24 anos, Alexa Mansour, dar vida a Hope Bennett em World Beyond, série derivada de The Walking Dead. Na trama a atriz chega a encarar lama, fumaça, muito sangue e até mesmo terríveis mortos-vivos praticamente em quase todas as suas cenas. Vale lembrar que antes de encarar tantos elementos grotescos, Alexa Mansour participou de um reality show para pessoas bastante afortunadas, ela foi uma das integrantes do Rica, Famosa, Latina.

O programa no qual Alexa Mansour integrou é uma espécie de Mulheres Ricas (2012-2013), voltado especialmente para o público latino residente nos Estados Unidos. A produção é inspirada na franquia de sucesso Real Housewives, e retrata a vida de mulhers bem-sucedidas que moram em Los Angeles, umas das cidades mais ricas de todo os Estados Unidos.

No antigo reality, uma das estrelas era a empresária nascida no México, Luzelba Mansour, mãe de Alexa, a participante ficou conhecida por frases de efeito como “deixei minha jaula de ouro, e agora o tesouro é todo meu”, e “elas jogam, mas sou eu que crio as regras”.

Luzelba Mansour estava frequentemente dividindo cenas do reality com sua filha, Alexa Mansour. A atriz hoje com 24 anos, já revelou sentir vergonha de seu passado, e em sua nova fase vai se dedicar à série derivada Walking Dead: World Beyond.

Mesmo não tendo boas lembranças do reality de mulheres ricas, Alexa Mansour usou a experiência no programa no qual sua mãe participou, para encarar os haters de Walking Dead: World Beyond. “Eu já recebi tanto o amor quanto o ódio do público, por causa da minha mãe. Já me acostumei com esses comentários. Talvez não na dimensão de agora, mas é uma coisa que acontece e pronto. Essa é uma experiência tão incrível, então podem trazer o amor e o ódio, eu aceito tudo”, revelou a atriz.

Alexa revelou também durante a entrevista, que teve uma vida luxuosa, mas não muito fácil, em especial devido à sua timidez, “Eu era muito tímida quando criança, não falava com ninguém. E sofria muito bullying dos colegas, até meus 17 anos. Minha mãe achou que me colocar em aulas de atuação seria uma maneira de me abrir. E funcionou, me deixou bem mais confiante, fiz amigos fora da escola que não me tratavam como lixo. Atuar era para ser uma válvula de escape, mas eu acabei me apaixonando”, relatou a filha de Luzelba Mansour.

Amante das diversas formas de expressão cultural. Viciado em séries, e sempre por dentro das últimas novidades do cinema. Ama dramas e sempre tenta dar uma oportunidade para as fantasias, distopias e os longas de ação e terror.

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