Billy Eichner/Reprodução
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A próxima temporada da antologia criada por Ryan Murphy, America Crime Story: Impeachment, promete dar o que falar ao explorar o polêmico caso entre o ex-presidente Bill Clinton e sua então secretária Monica Lewinski no fim dos anos 90.

O já talentoso elenco composto por Clive Owen (The Knick) como Clinton, Beanie Feldstein como Lewinski, Sarah Paulson (American Horror Story) como a funcionária do governo Linda Tripp, e Annaleigh Ashford (Younger) como a acusadora de Clinton Paula Jones, é agora completado pelo ator, apresentador e comediante Billy Eichner como Matt Drudge, fundador do site agregador de notícias The Drudge Report que foi o primeiro veículo a divulgar o escândalo ao público.

Eichner não é estranho as antologias, tendo participado da sétima e oitava temporadas de American Horror Story, Cult e Apocalypse. American Crime Story: Impeachment é baseado no livro escrito por Jeffrey Toobin, “Uma Vasta Conspiração: A História Real do Escândalo que Quase Derrubou um Presidente”, e tem previsão de começar a ser gravado em março, assim que Murphy estiver livre do seu compromisso com o musical Prom para a Netflix.

Política

A princípio a data de estreia estava prevista para coincidir com as próximas eleições americanas, porém esses planos tiveram que ser abandonados, mesmo que segundo Ryan, o calendário não fosse proposital: “Fiquei um pouco chocado com a ideia de que uma mini série de televisão poderia mudar o futuro do nosso país”, afirmou ele ao The New York Times. “Mas preciso dizer que eu realmente compreendo a sensibilidade das pessoas e [a data] é apenas temporária, e ainda não confirmamos quando será lançada”, comentou meses atrás.

American Crime Story: Impeachment não será focada nos Clintons, e sim nas mulheres envolvidas no caso e que não tiveram suas vozes ouvidas como deveriam. “Se você viu a forma como a história recebeu cobertura na época, você verá que a forma como nós tratamos de muitos aspectos dela, particularmente das mulheres, realmente foi transformado pelo período no qual estamos vivendo, pelo movimento #MeToo”, disse o presidente da FX John Landgraf.

 

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