Estrelado por Joaquin Phoenix, Coringa sem que o ator esperasse transformou-se num verdadeiro sucesso de público e crítica tornando o primeiro filme para maiores a ultrapassar a marca de 1 bilhão de dólares na bilheteria mundial. Mas por muito tempo Phoenix torceu o nariz, para os filmes baseados em histórias em quadrinhos. 

Em uma entrevista para o Jornal Los Angeles Times ele revelou que rejeitou diversas propostas por muitos anos, mas não por ter aversão a esse tipo de produto, mas porque ele temia ser engolido pela máquina de franquias que se transformou Hollywood com a onda de super heróis. 

“Lembro que há oito anos, me disseram: ‘Os filmes estão mudando. Eles não estão fazendo os filmes que você deseja fazer, então você precisa fazer um desses”, começou ele. “Faz sentido. Provavelmente é uma boa estratégia, mas para mim, acho que o medo era me prender repetidamente, fazendo algo que realmente não me interessaria, me motivasse ou excitaria”. 

Mas Todd Philips queria mesmo que o ator fizesse o Coringa, e que esse fosse um dos grandes papéis de sua vida, e insistiu. Demorou cerca de 4 meses até que Phoenix assinasse o projeto, e garantiu que só o fez porque sentiu a história mais fundamental que as demais histórias sobre super-heróis. 

“Na segunda ou terceira semana de filmagens, eu fiquei tipo, ‘Todd, você pode começar a trabalhar em uma sequência? Há muito para explorar ‘. Foi uma espécie de brincadeira”, explicou ele. O diretor no entanto disse que embora não haja nada nesse sentido, planejado, ele não descarta uma sequência. 

Foi super interessante ver como as pessoas reagem ao filme e ao que veem – e para mim todas essas respostas são válidas. Normalmente você tem que responder a essas perguntas. Mas isso realmente é participativo e interativo. Cabe ao público. Isso é tão raro, especialmente em um grande filme de estúdio, e não quero estragar isso dizendo: ‘Não, é isso que é’. Para mim, existem tantas maneiras diferentes de ver esse personagem e sua experiência que acho que você não pode ter um significado particular”,disse sobre as diferentes visões do público sobre Arthur Fleck. 

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