Após críticas, diretor de Esquadrão Suicida sai em defesa de Leto e revela segredo

Coringa (Jared Leto) em Esquadrão Suicida
Coringa (Jared Leto) em Esquadrão Suicida (Reprodução)

Em meio a tantas críticas, tendo um filme solo descartado pela Warner Bros., o Coringa interpretado por Jared Leto em Esquadrão Suicida (2016), ganhou uma defesa, partiu do diretor do longa, David Ayer. O filme que mostrava a luta dos vilões meio a uma missão imposta apenas atenuar sua pena na prisão, usou o Coringa como mote principal no marketing feito antes da estreia, mas quando se deu a estreia, muito pouco se viu dele.

A expectativa deu lugar às críticas e os espectadores acusaram o filme de estar promovendo um tipo de propaganda enganosa. Quase quatro anos depois, Ayer veio a público dizer que o desempenho de Leto foi magnífico e o público não conseguiu ver toda a sua desenvoltura no papel. Através do Twitter, ele revelou que ainda se sente mal e desconcertado pelos fãs ficarem falando mal do Coringa de Leto.

Uma das principais reclamações foi com o visual do palhaço do crime, o qual muitos acusaram de não se parecer em nada que já havia sido apresentado até então, e Ayer revelou que a principal inspiração na ocasião eram os quadrinhos do personagem. “Com certeza a criação de personagem é uma corda bamba. Eu me inspirei nos quadrinhos atuais da DC. Acho incrível que ainda seja esse assunto 5 anos depois. Meu coração se parte por Jared – ele fez um trabalho magnífico. A maior parte permanece invisível”, escreveu o diretor na rede social.

Os comentários de Ayer também relembram seus comentários anteriores sobre ter seu arco planejado para Arlequina, de Margot Robbie, ter sido eviscerado pelo estúdio. Esquadrão Suicida foi mais um dos filmes da DC que as empresas responsáveis conseguiram estragar. Com medo do tom sombrio do filme ser alvo de críticas como havia acontecido com Batman vs. Superman: A Origem da Justiça, a produção tentou diminuir a lentidão da narrativa na lentidão.

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