Artista compartilha arte conceitual do Mercúrio em Vingadores: Era de Ultron

Mercúrio e a Feiticeira Escarlate em “Vingadores: A Era de Ultron” (Imagem: Divulgação)

Em 2015 foi lançando Vingadores: Era de Ultron. O longa metragem apresentou dois novos personagens, Mercúrio, interpretado por Aaron Johnson, e Feiticeira Escarlate, interpretada por Elizabeth Olsen. O artista Andy Park compartilhou em seu Instagram imagens conceitual do visual de Mercúrio para o filme. Confira abaixo:

Mercúrio foi criado por Stan Lee e Jack Kirby e foi apresentado nas HQs como um vilão, e logo depois se tornou um herói e virou membro dos vingadores. No MCU, o personagem teve uma breve passagem, onde morreu logo no fim de Era de Ultron ao tentar salvar a vida do Gavião Arqueiro e de uma criança.

Vingadores: Era de Ultron teve direção de Joss Whedon e arrecadou US$ 1,403 bilhão em bilheteria. Na trama, Tony Stark decide usar a Joia da Mente para criar Ultron, uma armadura com inteligência artificial que ajudaria a proteger o planeta Terra no lugar dos Vingadores. Mas Ultron acaba se rebelando contra seu próprio criador e decide exterminar a raça humana.

Confira alguns comentários sobre o filme:

“Os fãs da franquia ficarão satisfeitos, mas aqueles que olham de fora da cultura dos quadrinhos podem se ver também olhando para os relógios” – Cary Darling, Fort Worth Star-Telegram/DFW.com.

“Avengers: Age of Ultron é uma aventura às vezes confusa, às vezes desconcertante, surpreendentemente tocante e até romântica, com uma emoção cinética após outra. Ele ganha um lugar de alto escalão no Universo Marvel” – Richard Roeper, Chicago Sun-Times.

“O drama dramático e interpessoal que fez o primeiro filme tão prazeroso está novamente presente em flashes, mas não raramente é abafado pela barulhenta e inevitável necessidade de salvar o mundo” – Christopher Orr, The Atlantic.

“Avengers: Age of Ultron é um grande jogo de ação entre super-heróis e robôs. Ele também usa armadilhas de gênero para dramatizar a criação de Deus e do Diabo, a fim de contar uma história sobre por que criamos e por que nossas histórias são importantes” – Siddhant Adlakha, Slashfilm.