Rambo: Até o Fim (Imagem: Divulgação)

Sylvester Stallone encontrou o grande papel da sua carreira com Rambo, personagem que gerou sua própria e que tem interpretado desde 1982. Porém seu mais novo capítulo, “Rambo: Até O Fim”, não tem exatamente agradado público e crítica. Um dos mais incomodados, incrivelmente, é o seu autor original.

Quando as primeiras reações negativas começaram a ser divulgadas (o longa amarga cerca de 34% de aprovação no site especializado Rotten Tomatoes), o escritor David Morrell também usou as redes sociais para demonstrar toda a sua insatisfação com o resultado final desse que é o quinto filme da série. Morrell escreveu “First Blood”, que serviu como base para o primeiro filme, “Rambo: Programado para Matar”.

O autor linkou um artigo do USA Today que explora alguns dos principais defeitos do filme e completou: “Eu concordo com essas críticas. O filme é uma bagunça. Estou envergonhado de ter meu nome associado a ele“. O artigo menciona como o filme, entre outras coisas, perpetua estereótipos negativos de personagens latinos como criminosos, especialmente em uma era de ódio incentivado contra os imigrantes pelo presidente americano Donald Trump.


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Traumas

Antes do lançamento, Stallone procurou defender o ponto de vista do personagem e sua ações, afirmando: “Rambo era uma ferramenta para uma máquina militar. Ele era um homem muito novo e frágil e foi colocado em uma situação tão horrível que nunca se recuperou. Ele é quase como o monstro Frankenstein. E ele não pediu por isso. O país pediu e basicamente o destruiu”. 

Seja como for, o ator agora com 73 anos e com o mais recente fracasso, pode ter dado o último tiro em um tipo de franquia que já se encontra com os dias contados. “Rambo: Até O Fim” tem direção de Adrian Grunberg, roteiro de Matt Cirulnick e do próprio Stallone, e conta também com Paz Vega, Yvette Monreal e Sergio Peris-Mencheta no elenco.

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