Banda Wezer estreia música nova no episódio de Os Simpsons

Weezer no episódio de Os Simpsons (Imagem: Reprodução / Fox)

O episódio de Os Simpsons, exibido na TV Americana, na semana passada, chamou a atenção por contar com a participação especial da banda Weezer, que não só marcou presença na série como também lançou uma música nova.

Intitulada Blue Dream, a faixa pôde ser ouvida pelos fãs do grupo pela primeira vez na atracão. Em um vídeo divulgado no Twitter oficial, os integrantes apareceram em um post antes do programa ir ao ar pelo canal Fox, e se demonstraram animados com a estreia do single.

“Vocês devem reconhecer as nossas músicas (velhas e novas) no episódio deste domingo”, escreveram. A nova faixa fará parte do disco Van Weezer décimo quarto álbum da banda cujo lançamento está temporariamente suspenso em decorrência do coronavírus.  

Além dos integrantes do Weezer, este episódio da série mais longeva da televisão dos EUA também contou com as participações das atrizes de Riverdale: Lili Reinhart, Madelaine Pestch e Camila Mendes.

“É realmente uma bênção incrível e surreal poder participar de um dos programas de televisão mais emblemáticos já feitos. Se você está interessado em me ouvir interpretar uma irritante criança de oito anos, assista a @thesimpsons em 10 de maio, às 20h, na FOX”, declarou Reinhardt que dá vida a Betty Cooper na série.

Premonições

Em entrevista ao The Hollywood Reporter, o roteirista de Os Simpsons Billl Oakley se pronunciou sobre as teorias que sempre rondaram a série e a mais nova seria que a produção teria previsto a pandemia do novo coronavírus, e as vespas assassinas que surgiram nos Estados Unidos recentemente.

“A ideia de que alguém se aproprie daquilo para fazer com que o coronavírus pareça uma trama asiática é terrível. Em termos de tentar culpar a Ásia – acho que isso é nojento. Acredito que o mais antecedente à gripe de Osaka [mal que acomete a população da cidade no episódio] foi a gripe de 1968. Era apenas uma brincadeira rápida sobre como a gripe chegou aqui”, explicou ele.

“Era absurda a ideia de que alguém pudesse tossir dentro da caixa e o vírus sobrevivesse por seis a oito semanas na caixa”, acrescentou. “É um desenho animado. Nós intencionalmente o tornamos desenho animado porque queríamos que ele fosse bobo e não assustador, e não carregasse nenhuma dessas más associações, razão pela qual o próprio vírus estava agindo como um personagem de desenho animado e se comportando de maneiras extremamente irreais”, completou Oakley que acredita que tudo não passa de grandes coincidências.

 

Amante das diversas formas de expressão cultural. Viciado em séries, e sempre por dentro das últimas novidades do cinema. Ama dramas e sempre tenta dar uma oportunidade para as fantasias, distopias e os longas de ação e terror.

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