Brec Bassinger analisa os eventos do final da temporada de Stargirl

“Brainwave Jr.” – décimo episódio da primeira temporada de Stargirl (Imagem: Divulgação/ The CW)

A exibição da primeira temporada de Stargirl chegou ao fim nesta semana com o décimo terceiro episódio. Em “Stars & S.T.R.I.P.E. Part Two”, a Sociedade da Justiça da América teve um intenso e decisivo confronto com o Sociedade da Injustiça, que acabou de forma bastante inesperada.

Durante o embate, Yolanda/ Pantera (Yvette Monreal) decide se vingar pelo assassinato de Henry Jr. (Jake Austin Walker) matando Onda Mental (Christopher James Baker). Já Rick/ Homem-Hora (Cameron Gellman) tem a oportunidade de matar Solomon Grundy, mas foi misericordioso e percebeu que a criatura estava sob o controle da Liga da Injustiça. Cindy/ Shiv (Meg DeLacy) matou seu próprio pai, o Rei Dragão (Nelson Lee), e até Mike (Trae Romano) entrou em ação, batendo o caminhão da família no Geada (Neil Jackson), deixando o vilão em pedaços de gelo. Os acontecimentos foram intensos, mas acabaram bem para Courtney (Brec Bassinger) e os heróis. No entanto, as cenas finais indicam que o trabalho continua.

Em entrevista concedida à Entertainment Weekly, Brec Bassinger compartilhou como os eventos do final da temporada podem impactar a heroína e o grupo, assim como o desenvolvimento da série na segunda temporada. Sobre a decisão de Yolanda, de matar o vilão, ela ponderou que isso pode afetar o novo ciclo e a própria personagem. “Courtney não acha que você deve matar pessoas, mesmo quando se trata do Onda Mental. No início, embora ele quisesse matar sua mãe, ela nunca quis matá-lo. Depois que ele entrou em coma, ela ainda estava com tanto medo de tê-lo matado acidentalmente. Ela não sente que deveria ser capaz de brincar de Deus; não é seu direito tirar uma vida, especialmente como um herói. Esse não é o objetivo”, afirmou. “E então ter um de seus companheiros de equipe não honrando isso ou não concordando, isso definitivamente irá causar conflito na próxima temporada. Mas também falando por Yolanda, sinto que ela vai ter que lutar contra isso também. A culpa e o remorso, eu imagino, irão persegui-la”.

Alguns vilões foram mortos e derrotados, mas isso não quer dizer o fim das ameaças. Para a protagonista, a heroína deve ficar mais atenta no futuro e se preparar para novos desafios. “Os membros da Sociedade da Injustiça estavam escondidos à vista de todos no sonho americano como pessoas normais. Ela vai manter isso em mente no futuro, então mesmo que ela possa ter impedido eles, acho que ela sempre terá os olhos abertos para mais mal escondido à vista de todos”, disse. “Nesse ponto, esse é o único tipo de vilão que ela experimentou. Não acho que ela vá pensar que é seguro porque, mesmo quando ela pensou que era seguro, não era”.

Diferente da primeira temporada, que foi exibida pelo streaming DC Universe e pela The CW, a segunda temporada de Stargirl irá ao ar apenas pela The CW.

 

Formada em Jornalismo pela Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP), apaixonada por literatura, cartas e pela magia do cinema. Escritora de histórias e trajetos dos amores.

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