Chris Evans revela se sente falta de interpretar Capitão America na Marvel

Chris Evans
Chris Evans (Divulgação)

Chris Evans já está com saudades de vestir a armadura do Capitão America. Um ano após se despedir do personagem em Vingadores: Ultimato, o ator de 39 anos confessou à revista Backstage sobre o período da carreira dedicado ao personagem e sua experiência na Marvel.

“Eu absolutamente amei trabalhar com a Marvel, já sinto falta. Ao mesmo tempo, não há como negar que é excitante ter liberdade completa para perseguir o que eu quiser criativamente”, afirmou ele.

O ator lembrou também da pressão que sentiu ao aceitar o papel de Steve Rogers em 2010. “As pessoas já tinham uma enorme expectativa na cabeça, uma ideia muito clara de quem era aquele personagem. Como ator, é preciso respeitar isso”, comentou.

“O público faz parte do que faz esse tipo de filme funcionar, e eu sempre senti que devia aos fãs ao menos tentar entender o que eles viam [no Capitão]”, complementou.

O trabalho mais recente de Evans é Knives Out, ao lado de Daniel Craig. O filme, um mistério, é dirigido por Rian Johnson, é avaliado como uma carta de amor à era de ouro dos romances policiais. 

Em entrevista recente à revista Style, Chris Evans fez um balanço sobre os seus anos de carreira e garantiu que o sucesso não subiu a sua cabeça. “Você não pode permitir que seu sucesso defina sua identidade ou felicidade. Você tem que manter isso separado. Todo ator que está lutando no começo lhe dirá o quão imprevisível é o negócio, e você nunca sabe se receberá uma ligação ou se é tão bom quanto espera”, começou.

“Existem muitos atores muito talentosos por aí que não conseguem [sucesso]. É um tipo de mundo muito frágil. Mas há algo viciante em atuar. Quando você entra, realmente, não há sentimento melhor do que isso. Você se sente com tanta pressa quando sabe que deu um bom desempenho que atende às suas expectativas. É isso que faz você continuar”, acrescentou.

“Meu trabalho não é para a ideia. Eu faço e libero. Portanto, a ideia disso, no futuro, ou o reflexo disso no passado, não é relevante para mim. Na minha opinião, não é apenas uma perda de tempo, mas é indulgente porque é a coisa errada que devemos cultivar à medida que crescemos. Encoraja o ego e, para não ficar teológico demais, mas, até certo ponto, a paisagem complicada da atuação é que ela realmente tenta o ego, acreditar que você é algo mais do que é, ou que, de alguma forma, seu trabalho é relevante em uma capacidade além dos pensamentos em sua cabeça”, completou.

Amante das diversas formas de expressão cultural. Viciado em séries, e sempre por dentro das últimas novidades do cinema. Ama dramas e sempre tenta dar uma oportunidade para as fantasias, distopias e os longas de ação e terror.

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