Christopher Nolan elege cena favorita de Tenet; você adivinha?

Christopher Nolan (Divulgação)
Christopher Nolan (Divulgação)

Tenet, um dos filmes mais aguardados do ano, finalmente estreou nos cinemas no dia 3 de setembro. O longa metragem dirigido por Christopher Nolan já conseguiu arrecadar mais de US$ 100 milhões em bilheteria. Tenet é um épico de espionagem e ficção científica que conta em seu elenco com John David Washington, Robert Pattinson, Clémence Poésy e Michael Caine.

O filme mostra um modo de manipulação, que exigiu muito trabalho tanto dos atores quanto do direto para que algumas cenas saíssem como o esperado, tanto que o diretor chegou a explodir um avião de verdade. Em uma entrevista para o podcast do Cinema Blend, Christopher Nolan contou sobre o modo estranho como gravou uma das suas cenas favoritas de Tenet.

Cena favorita de Tenet deu trabalho

Nolan descreveu:  “Uma das minhas filmagens favoritas do filme, que é meio descartável, é a cena olhando para baixo da proa do barco, onde você vê as ondas correndo para trás… Essa foi uma cena em que estávamos no quebra-gelo, e pensamos, ‘Vamos tentar colocar a câmera lá fora de alguma forma, e fixá-la na lateral do casco’. E Hoyte e Ryan, nosso cabo principal, encontraram um pequeno orifício de bombordo na proa do navio, e eles construímos uma pista para que pudéssemos apenas rolar [a câmera] e usar uma vara para inclinar a câmera para baixo. Foi [risos], foi uma tomada muito complicada de conseguir, mas são coisas assim que eu não acho que teríamos ousado fazer com essas câmeras quando estávamos começando com elas no Cavaleiro das Trevas. Com o tempo e a experiência, você acaba usando-as como faria com qualquer outro formato, e isso realmente te libera”.

Por falar em cenas complicadas, John David Washington contou ao Comic Book um das dificuldades de atuar em Tenet: “Acredite ou não, era piscar. Eu tomei algumas notas sobre meu piscar de olhos quando estávamos no mundo invertido. E aí, obviamente, eu tive que aprender a saber como tomar ou evitar um soco ao contrário. Os movimentos de defesa se tornavam os de ataque, os de ataque viravam os de defesa. Então o conceito como um todo levou um certo tempo para se acostumar. Era algo muito importante, por isso a comunicação era essencial”.