Confira as avaliações de A Missy Errada, nova comédia romântica da Netflix

David Spade e Molly Sims em The Wrong Missy (Reprodução / Netflix)
David Spade e Molly Sims em The Wrong Missy (Reprodução / Netflix)

Na última semana estrou na Netflix a comédia romântica A Missy Errada (The Wrong Missy). O longa metragem mostra um encontro casual em um aeroporto entre Tim e Missy, os dois acabam criando uma conexão. Após o encontro casual, Tim decide convidar Missy para um novo encontro, mas acaba enviando a mensagem para outra Missy e acaba tendo o pior encontro de todos os tempos. O filme tem direção de Tyler Spindel, músicas compostas por Mateo Messina e cinematografia de Theo Van de Sande. O elenco é formado por Lauren Lapkus, David Spade, Molly Sims, Sarah Chalke e Nick Swardson.

As primeiras impressões de A Missy Errada já foram divulgadas, no IMDb, o filme conseguiu a nota 5,8 / 10, enquanto no Rotten Tomatoes teve 34% de aprovação da crítica e e 52% de aprovação do público geral. Leia abaixo alguns comentários sobre a mais nova estreia da Netflix:

“…não é sua culpa se você decidir parar no meio de The Wrong Missy. É realmente muito genérico e demonstra mau gosto cômico…” – Tatat Bunnag, Bangkok Post.

“Por fim, The Wrong Missy é mais um filme de personagens malucos e bastante agradáveis, todos com o sádico escritor de comédia em uma história que sobrevive em um punhado de momentos exagerados e dignos de admiração” – Alan Ng, Film Threat.

“Um filme muito no espírito de Forgetting Sarah Marshall, mas sem seu elenco e escrita carismáticos” – James Croot, Stuff.co.nz.

“Uma comédia maluca que é um pouco imprevisível e que cumpre seu objetivo de nos dar boas piadas” – Kiko Vega, Espinof.

“David Spade, Lauren Lapkus não pode salvar esse caso tenso” – Christian Toto, HollywoodInToto.com.

“Estritamente para os fãs das estrelas ou qualquer pessoa que deseje comer porcarias cinematográficas” – Peter Canavese, Celluloid Dreams.

“The Wrong Missy é um jogo leve, o tipo de filme que é difícil sugerir que alguém realmente escolha assistir, mas se o seu algoritmo de alguma forma cair nele, ele oferece uma certa diversão inofensiva” – Mark Olsen, Los Angeles Times.