Coringa atinge nova marca de bilheteria e bate filme da DC

Filme Coringa
Coringa, em foto de divulgação para o filme (Divulgação/Warner Bros. Pictures)

O sucesso do filme Coringa, dirigido por Todd Phillips e estrelado por Joaquin Phoenix, continua. Agora, o filme atingiu uma nova e importante marca de bilheteria e bateu outro filme da companhia DC Comics. O filme-solo do vilão do Batman bateu o filme Liga da Justiça (2017). Vale lembrar que Coringa também é baseado nos quadrinhos da companhia e traz, em seu novo filme, um lado sombrio da história do personagem chamado originalmente, no idioma inglês, de Joker.

A informação da nova marca foi divulgada pelo site de notícias de entretenimento Observatório do Cinema. Segundo a publicação do portal, o novo recorde alcançado indica que Coringa bateu a marca de US$ 700 milhões mundialmente em bilheteria. Para efeitos de comparação, Liga da Justiça terminou suas exibições com US$ 659 milhões em receita. Entretanto, na arrecadação da bilheteria interna dos Estados Unidos, Coringa ainda não ultrapassou o filme iniciado por Zack Snyder e finalizado por Joss Whedon.

Pelas projeções divulgadas pelo Observatório do Cinema, Coringa deve superar Liga da Justiça nos Estados Unidos nesta semana que se inicia hoje, dia 21. O novo filme já conta com US$ 218 milhões e continua crescendo. O longa de 2017 da Warner Bros. Pictures, baseado nos quadrinhos da DC Comics, terminou sua trajetória nos cinemas dos EUA com US$ 229 milhões.

E Coringa segue chamando atenção não apenas na bilheteria, que está se mostrando um verdadeiro sucesso, mas também nos bastidores. Depois da revelação, em entrevista ao portal ScreenRant, de que o corte inicial do filme tinha por volta de 30 minutos a mais de duração (parcela de imagens foi retirada e não entrou na edição final), o diretor Todd Phillips foi perguntado se haveria versões para DVD e Blu-Ray com material adicional.

Alguns fãs chegaram a pedir que Phillips revelasse as cenas excluídas. Entretanto, pouco tempo depois, em entrevista ao Collider, ele negou a possibilidade de trazer uma versão com cenas adicionais. “Eu odeio versões estendidas. Eu odeio cenas deletadas. Elas foram deletadas por alguma razão”, disse o diretor.

Possui Mestrado em Comunicação e Graduação em Jornalismo. Pesquisa cultura pop e também trabalha com o tema.