Malévola
Angelina Jolie e Michelle Pfeifer em cena de Malévola: Dona do Mal (Imagem: Reprodução)

Novidade da última semana, Malévola era um dos filmes mais aguardados do ano, assim como Coringa, trabalho incrível de Joaquin Phoenix (e ele super merece o Oscar!).

Mas o que faz de Malévola o oposto do vilão do Batman? Ora, foi discutido aqui que Coringa é um filme que faz pensar, e repensar atos. O personagem é apresentado com problemas mentais, e uma pessoa boa, mas que sofre com agressões físicas e verbais.

Esses acontecimentos, vários, vão fazendo mudar para pior. Ele começa a devolver ao mundo exatamente aquilo que recebe. Não que isso seja correto, não é, mas serve como alerta para os monstros que a sociedade cria e precisa lidar depois. É pesado, porém certeiro.

Mas Malévola é exatamente o contrário. É uma criatura tida como malvada, vilã da história, mas que neste segundo filme consegue até divertir quando, aos poucos, vai se tornando uma pessoa melhor, mais agradável e amável. Ou seja, o ambiente em que convive vai fazendo dela um ser evoluído.

Isso não acontece logo de cara, logicamente. Malévola tem que enfrentar muitas provações até chegar neste estado, mas é curioso observar como os dois filmes “conversam entre si”: se um nos faz pensar no que devemos – e temos obrigação – de evitar, o segundo evidencia como devemos ser para com os outros.

Aurora já sabia que sua “mãe” era um ser bom, mas as duas tiveram que enfrentar uma tormenta para o desejado final feliz.

E em relação à Malévola, cabe ressaltar os trabalhos incríveis de Angelina Jolie e Michelle Pfeiffer, a segunda uma novidade incrível da produção. Deixou sua marca, béééé (entendedores entenderão).

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