Os famosos embarcaram na nova trend das redes sociais e passaram a compartilhar versões em caricatura criadas com o uso de inteligência artificial. A brincadeira viralizou nos últimos dias e transformou celebridades em personagens ilustrados inspirados em suas próprias trajetórias profissionais.

Veja:

Entre os nomes que entraram na onda estão Simone Mendes, César Filho, Ana Maria Braga, Cauã Reymond, Graciele Lacerda e Lívia Andrade. Cada um exibiu sua versão personalizada, com elementos que remetem à carreira, estilo e momentos marcantes da vida pública.

As imagens são geradas a partir de um comando específico enviado ao ChatGPT, que cria o desenho com base nas informações fornecidas e na foto da pessoa. O resultado costuma trazer traços exagerados e detalhes simbólicos ligados ao ambiente de trabalho ou à personalidade do retratado.

Como criar sua caricatura com o ChatGPT

Para participar da trend, é necessário enviar uma foto do rosto e incluir um comando detalhado solicitando a caricatura. Uma das frases que viralizou foi: “Crie uma caricatura minha no meu ambiente de trabalho, levando em conta tudo o que você sabe sobre mim”. O pedido pode ser complementado com descrições sobre objetos, cores ou referências importantes.

A onda das caricaturas não é a primeira envolvendo inteligência artificial. Em 2025, outra febre tomou conta das redes: a criação de imagens no estilo do Studio Ghibli. Na época, usuários e celebridades compartilharam versões com estética inspirada nas animações japonesas, reforçando o impacto das ferramentas de IA na cultura digital.

Veja mais registros dos famosos na trend:

Casos recentes mostram os dois lados da inteligência artificial

Se por um lado a trend das caricaturas diverte e viraliza, por outro o uso da inteligência artificial tem gerado situações delicadas. Recentemente, Kate Middleton foi vítima da circulação de imagens íntimas manipuladas com IA, reacendendo o debate sobre privacidade, consentimento e os limites da tecnologia na vida pública.

No campo artístico, Paul McCartney também se posicionou contra o avanço irrestrito da IA na indústria musical. O cantor criticou o uso da tecnologia na criação de obras e alertou para possíveis impactos na autoria e nos direitos dos artistas, ampliando o debate sobre os limites éticos da inovação no entretenimento.

Ao mesmo tempo, a internet brasileira mostrou outro lado da ferramenta ao transformar a IA em combustível para memes e conteúdos virais — como aconteceu com Marisa Maiô, personagem que dominou as redes em 2025. O episódio reforça que a tecnologia pode ser usada tanto para entretenimento leve quanto para debates mais profundos sobre ética e responsabilidade digital.


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Vivian Riguetti

Jornalista formada pela Universidade Estácio de Sá, com pós-graduação em Jornalismo Digital. Possui experiência na produção de notícias, conteúdos de blogs e revisão textual. Atua como redatora há mais de cinco anos, escrevendo sobre entretenimento, famosos e moda.. Contato: [email protected]

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