Dakota Fanning compartilha experiência em Era Uma Vez em Hollywood

Dakota Fanning dá vida À Lynette “Squeaky” Fromme no filme Era Uma Vez em… Hollywood, de Quentin Tarantino (Imagem: Divulgação)

Lançado há um ano, Era Uma Vez em Hollywood, para muitos, não é o melhor filme de Quentin Tarantino, mas é mais uma adição importante para o elogiado currículo do cineasta. Entre indicações em várias premiações, o longa estrelado por Leonardo DiCaprio acumula dez indicações no Oscar 2020, saindo vitorioso em duas, Melhor Ator Coadjuvante (Brad Pitt) e Melhor Design de Produção (Barbara LingNancy Haigh).

Em entrevista concedida ao Collider, Dakota Fanning compartilhou sua experiência no longa de Tarantino, diretor com quem ela queria trabalhar há muito tempo. No elogiado filme, a atriz interpreta Lynette “Squeaky” Fromme. “Trabalhar com Quentin Tarantino era o meu grande sonho. Eu queria isso desde que vi Kill Bill pela primeira vez”, revelou. “E assim, ter se tornado realidade foi um momento desse alívio estranho, você entende o que eu quero dizer? Foi apenas um daqueles momentos emocionantes e, depois de estar no set, fiquei lá por quase três semanas para fazer a minha parte, porque ele tem esse tempo de sobra para realmente fazer cada vinheta que compõe seus filmes”.

Fanning acrescentou, destacando como a experiência foi importante: “Isso me lembrou porque eu amo ser atriz e porque é isso que eu quero fazer, e que não há melhor adrenalina do que estar em um set com um diretor que você admira e um diretor de fotografia que você admira e um ator que você admira, e apenas cada peça do quebra-cabeça é tão extraordinária e tão maior que a vida. […] Quentin, seu tipo de amor infantil, apenas amor genuíno por cinema e televisão, surge em qualquer conversa que eu acho que alguém possa ter com ele e isso recai sobre todo mundo no set, e foi realmente um momento de apenas recordar o motivo pelo qual eu escolhi fazer isso com a minha vida, algo que eu amo!”.

Sobre a primeira sequência filmada, a atriz compartilhou a cena em que ela aparece atrás da porta, sem falar nada, apenas o sol nascendo sob o seu rosto. “Não me sentia como eu. Eu realmente me senti como outra personagem. E ela é tão perspicaz que poderia fazer ou dizer qualquer personagem que eu me sentisse fortalecida por isso”, refletiu. Apesar do nervosismo, o trabalho com Tarantino foi muito importante. “Eu estava definitivamente nervosa, mas, novamente, apesar de ser uma experiência maior que a vida, Quentin realmente a torna muito especial e íntima”, Dakota Fanning acrescentou.

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