Daniel Craig revela qual foi sua grande alegria ao viver James Bond pela última vez

Daniel Craig em 007 (Divulgação)

Já era para ter acontecido, mas em alguns meses o mundo vai se despedir de Daniel Craig, como James Bond no vigésimo quinto filme da franquia 007 chamado 007: Sem Tempo Para Morrer. A saída de Craig já era especulada há alguns anos, e ele revelou que teve a sorte de voltar ao personagem, considerado um dos mais icônicos do cinema. Numa entrevista do ano passado, que voltou a circular nas redes sociais, Craig diz que o grande benefício que estar no filme é poder visitar a Jamaica.

“Estar na Jamaica é emocionante em muitos níveis para mim. Eu não estive aqui uma única vez. Mas também foi aqui que o criador de James Bond, Ian Fleming, escreveu os livros do personagem. Sempre houve uma conexão, qualquer conexão familiar. De alguma forma, ele sempre acaba aqui por algum motivo ou outro. Muitos filmes foram gravados aqui”, explicou ele para o HeyUGuys.

Ian Fleming, foi para a Jamaica pela primeira vez como enviado da segunda guerra, e acabou se apaixonando pelo país. Quando a guerra acabou, ele decidiu ficar por lá, e construiu uma casa que chamou de Goldneye, lugar onde ele escreveu grande parte dos romances de Bond.

“Nós somos incrivelmente sortudos de ter a chance de estar aqui e estarmos cuidando de algo tão bonito. Tem sol, tem praia, estou tão feliz que nem consigo dizer”. Disse ele que falou sobre Sem Tempo para Morrer ser seu último filme. “É isso, acabou! Mas estou incrivelmente feliz por ter a chance de voltar, e fazê-lo, porque este filme, eu não sei o que as pessoas vão pensar, mas colocamos tudo nele, e fizemos o nosso melhor”. O longa era para ter sido lançado em abril, e foi o primeiro a sofrer adiamento por conta da COVID-19, em um pedido feito pelos fãs ao estúdio MGM.

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