Diretor compartilha imagens INÉDITAS do remake de A Morte do Demônio

A Morte do Demônio, remake de 2013 (Imagem: Divulgação)

Neste mês, faz sete anos do lançamento do remake de A Morte do Demônio. Aproveitando a data, o diretor Fede Alvarez compartilhou em seu Twitter imagens inéditas dos bastidores do filme. O cineasta ainda comparou o longa de terror com o isolamento social por causa da pandemia do coronavírus.

Confira:

“Se você ainda não viu A Morte do Demônio de 2013, trata-se de um pequeno grupo de pessoas que se colocam em quarentena para superar esse problema específico, então todos se tornam monstros e se viram um contra o outro. Basicamente sua vida agora”, escreveu o diretor.

 

Reveja o trailer:

O longa de terror é um remake de A Morte do Demônio, dirigido por Sam Raimi e lançado em 1981. O filme conta com roteiro de Fede Alvarez, Rodo Sayagues e Diablo Cody. A produção é de Raimi, Bruce Campbell e Robert Tapert. O elenco conta com Jane Levy, Shiloh Fernandez, Lou Taylor Pucci, Jessica Lucas e Elizabeth Blackmore.

 

Recepção

Com um orçamento de US$ 17 milhões, o remake arrecadou US$ 97 milhões nas bilheterias ao redor do mundo. Quanto às críticas, foram, no geral, positivas. No Rotten Tomatoes, por exemplo, possui uma aprovação de 62%, com base em 198 avaliações. O consenso do site afirma: “Pode não ter o humor absurdo que sublinhava o original, mas o novo visual de A Morte do Demônio compensa com terror brutal, sustos sangrentos e violência alegremente sangrenta”.

Confira algumas críticas:

“Um filme macabro e sangrento, cheio de sangue, que se espalha por alguns sustos.” – Peter Bradshaw, Guardian.

“Uma homenagem elegante e digna: inventiva mesmo que seja derivada, nunca muito brincalhona, mas nunca se levando muito a sério, e registrando-se em 91 minutos inteiramente apropriados. Mais tempo seria impiedoso; qualquer mais curto, sem generosidade.” – Christopher Orr, The Atlantic. 

“Raimi colocou a fasquia alta, e se Alvarez não consegue subir ao seu nível, ele compensa demais afogando tudo em sangue. É um exagero, mas neste caso isso não é uma coisa tão ruim.” – Adam Graham, Detroit News. 

“Embora seja impossível superar o original – grande parte de sua fama é função de seu tempo – a versão de Alvarez ainda consegue se equilibrar.” – Tirdad Derakhshani, Philadelphia Inquirer. 

“Dias felizes para quem gosta desse tipo de coisa. Mas o esforço de Raimi, talvez porque não tínhamos visto a trama antes, foi infinitamente mais assustador.” – Derek Malcolm, London Evening Standard. 

Formada em Jornalismo pela Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP), apaixonada por literatura, cartas e pela magia do cinema. Escritora de histórias e trajetos dos amores.

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