Batman e Robin (Reprodução)

O herói Batman e o seu fiel companheiro Robin sempre foram alvos de rumores. Parte do público acredita que o relacionamento entre os dois vai bem além de simplesmente combater criminosos em Gotham. Agora, o diretor Joel Schumacher coloca as teorias em pratos limpos.

Em nova entrevista à Vulture, Joel, que é assumidamente gay, comentou entre outros assuntos sobre a noção de que os personagens, estrelas do seu filme “Batman e Robin” lançado em 1997, seriam mais do que bons amigos e se ele teria incutido uma mensagem subliminar no longa.

Se eu não fosse gay, as pessoas nunca me perguntariam esse tipo de coisa. Tudo isso começou bem antes de mim. Alguém escreveu sobre o verdadeiro significado dos contos de fadas, e que Batman e Robin são dois homossexuais vivendo em uma caverna, juntos. Sempre houve teorias sobre eles serem gay“, respondeu.

O diretor afirmou ainda que não acredita que a dupla tenha sido originalmente criada como um casal, e que os rumores sobre o seu filme derivam principalmente do apelo que o galã George Clooney, que interpretou Batman – com Chris O’Donnell vivendo Robin – sempre teve sobre o público LGBTQ.

Havia muitas pessoas que diziam, em uma comunidade em particular, que gostariam que muito que o George Clooney fosse gay [na vida real]. As únicas pessoas que disseram isso pra mim eram homens gays“, revelou ele.

Fiasco

Seja como for, o filme continua como um dos maiores fracassos da história do cinema, considerado pela maioria como a pior encarnação do Batman de todos os tempos. Schumacher fez questão, porém, de esclarecer que Clooney não teve nenhuma culpa sobre a forma como a qual o longa foi recepcionado, mesmo que o ator acredite no contrário. “O George tem um incrível senso de humor. Eu acredito que ele adorou cada minuto de tudo aquilo. Ele é um ser humano incrível“, finalizou.

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