Diretor de Esquadrão Suicida, David Ayer compara filme a Coringa de Todd Philips; entenda

David Ayer
David Ayer (Reprodução)

Desde que o Snyder Cut de Liga da Justiça foi anunciado como um projeto da HBO Max, novo serviço de streaming da WarnerMedia, os fãs começaram a querer justiça para outro filme que teve uma versão oficial indevida: Esquadrão Suicida. O filme de 2016, dirigido por David Ayer seria muito diferente do que foi visto. Segundo ele, o tom do longa era sombrio, podendo inclusive ser comparado a Coringa, sucesso com classificação acima de 18 anos, que chegou a conquistar a marca de 1 bilhão de dólares em bilheteria no ano passado.

O motivo para a interferência da Warner Bros., em Esquadrão Suicida, se deveu às críticas negativas que Batman vs. Superman: A Origem da Justiça, filme anterior do estúdio, vinha sofrendo por causa de seu tom sombrio, e sua narrativa complexa e cheia de detalhes. Àquela altura, o público queria entretenimento de fácil digestão como vistos nos filmes da Marvel, e em Deadpool, da Fox, o que fez com que os diretores da companhia reeditassem o filme para dar uma cara de comédia.

Essa não era a intenção de Ayer, que há algumas semanas começou a endossar a campanha feita pelos fãs para que o estúdio lance sua versão, alegando inclusive que sairia mais barata, já que todo o material já está finalizado, e com efeitos, faltando apenas editar novamente.

Questionado sobre sua versão nas redes sociais, ele usou Coringa como comparação: “Imagine se o filme de Todd Phillips, Coringa, fosse filmado e refutado porque estava muito escuro – foi exatamente o que aconteceu com o Esquadrão Suicida. Quem diz que meu corte não funcionou, deve dizer isso diretamente para mim”, bradou em uma rede social. Anteriormente, o cineasta explicou que era complicado, e doloroso ser chutado, e criticado pelos fãs por algo que ele não planejou, e foi editado por Edward Mãos de Tesoura, famoso personagem de Johnny Depp nos anos 80.