Disney+ pretende entrar pesado no mercado contra a principal concorrente, a Netflix (Imagem: Divulgação)

À medida que a data de estreia do serviço de streaming da Disney se aproxima, novos detalhes sobre a plataforma, que promete agitar o mercado são revelados.  De acordo com um anúncio do próprio Disney+, o catálogo da plataforma, que conta com bibliotecas recheadas de títulos da Disney, Fox, Marvel e National Geographic, será fixo. 

Isso representa uma mudança de paradigma no mercado, já que outras plataformas como a Amazon, Hulu, Prime Video e Netflix fazem rotatividade de conteúdo, no qual um título, seja de filme ou série de televisão, fica disponível enquanto a plataforma detiver seus direitos de exibição.

Essa decisão é possível dado o papel da Disney como um vasto gestor de conteúdos. A empresa detém os direitos de produção de estúdios como LucasFilm e 21 century Fox.

O Disney+ está disponível para aquisição nos Estados Unidos desde o dia 12, enquanto na América Latina a estreia está prevista para o segundo semestre de 2020, e deve devem chegar às terras brasileiras com um valor aproximado de R$ 9,90 mensais.

Em notícia relacionada, devido ao sucesso do remake de “O Rei leão” além do faturamento dos parques temáticos da Disney, fizeram com que empresa gastasse menos do que esperado com o serviço de transmissão digital.  O lucro de filmes como Aladdin e Toy Story 4 fizeram a receita da empresa ter um aumento de 34% indo para U$ 19,1 bilhões de dólares.

Comunicando os recentes sucessos da empresa, o presidente-executivo da Disney, Bob Iger, declarou: “Estamos fazendo uma grande declaração sobre o futuro da mídia e do entretenimento e nossa capacidade contínua de prosperar nesta nova área”.

Prevendo um ambiente de espectadores mais sensíveis à representatividade a Disney afirmou que produções polêmicas como “A Canção do Sul”, que faz um retrato considerado racista de afro-americanos, não estará incluída no catálogo. Além disso, suas primeiras animações, entre elas Dumbo, vão sofrer cortes que irão retirar cenas e conteúdos que para atual atmosfera político-social são consideradas de mau gosto

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