Elisabeth Moss diz se está pronta para uma sequência de O Homem Invisível

Elizabeth Moss
Elizabeth Moss (Imagem: Divulgação)

A pandemia do COVID-19 está trazendo muitos prejuízos para indústria pois diversas grandes estreias estão sendo adiadas e vários filmes estão sendo lançado diretamente nas plataformas sob demanda. Mas O Homem Invisível, que estreou em fevereiro, pouco antes do mundo entrar em quarentena, trouxe bons resultados para Universal Pictures. O longa metragem que custou US$ 7 milhões, conseguiu arrecadar US$ 120 milhões em bilheteria e um mês depois de sua estrias já estava nas plataformas sob demanda.

Como todo sucesso é esperado que uma sequência seja feita, mas por conta da pandemia, que paralisou a indústria do cinema, é pouco provável que veremos tão cedo uma continuação de O Homem Invisível. Em uma entrevista para o Bloody Disgusting, a atriz Elisabeth Moss revelou que está preparada para uma sequência. Ela disse: “Se as pessoas querem, isso já é grande parte do que precisamos para fazê-lo. Então digam por aí que vocês querem e aí eu vou ajudar!”.

O Homem Invisível é baseado em um dos maiores clássicos do terror. De acordo com a sinopse, um cientista enlouquecido consegue o poder de ficar invisível. Ele forja a própria morte e passa a aterrorizar a ex-namorada. O filme teve direção de Leigh Whannell, e o elenco contou com Elisabeth Moss, Oliver Jackson-Cohen, Aldis Hodge, Storm Reid e Harriet Dyer. 

Confira o que a crítica achou do longa metragem:

“Há muito mais em que pensar do que um filme de terror típico. É um thriller psicológico real … um bom filme forte, não assustador, mas fica na sua cabeça” – tt stern-enzi, WXIX-TV (Cincinnati, OH).

“Por fim, O Homem Invisível contribui para uma recriação de um ritmo de terror clássico, ainda que previsível” – Adam Mullins-Khatib, Chicago Reader.

“Whannell é brilhante em nos distrair com um diálogo divertido e conhecedor (os irmãos são rivais; os arquitetos estão na moda; os garçons são irritantemente urbanos). A morte chega quando você menos espera. – Charlotte O’Sullivan, London Evening Standard.