Emily Blunt conta como foi convencida a atuar em sequência de Um Lugar Silencioso

Um Lugar Silencioso
Cena do trailer do primeiro filme de Um Lugar Silencioso (Reprodução/YouTube – Paramount Brasil)

John Krasinski é um ator que faz tudo. Ele atua, escreve, dirige, e ainda convence a própria esposa, a também atriz Emily Blunt, a atuar em filmes. Juntos, eles estarão em Um Lugar Silencioso – Parte 2, sequência do aclamado suspense de 2018, idealizado pelo próprio, mas se engana quem pensa que foi fácil fazer com que a loira topasse a ideia de uma continuação.

Quem contou isso foi a própria atriz em uma entrevista para a revista Variety, durante a pré-estreia do longa, que aconteceu em Nova Iorque na última segunda-feira, 09 de março. “Nós dois estávamos realmente relutantes e nervosos com a ideia de tentar fazer outro filme. Muitas pessoas estiveram no estúdio e tentaram lançar ideias (sobre uma sequência) e nós pensamos: ‘Não vamos fazer isso’”, disse.

“Eu tive esta pequena ideia, que era fazer de Millie (Blunt) a protagonista do filme. Eu não só pensei que ela teria uma performance incrível, que eu sabia que ela teria, como sabia que sua personagem abriria a porta para todas as questões com as quais eu estava lidando no primeiro filme”, revelou ela que foi realmente convencida a dar vida novamente a Evelyn Abbot ao ler uma sequência de cenas que mostrava a vida da família antes dos acontecimentos do primeiro filme.

“Ele me apresentou a abertura e eu fiquei impressionada. (Foi) inegavelmente ótimo, e percebi que eu seria uma idiota para não querer estar nessa sequência de abertura. Tivemos que nos render à ideia de que queríamos fazê-la”, continuou a atriz. O primeiro longa arrecadou 340 milhões de dólares mundialmente e retrata uma família que precisa se proteger de monstros que matam pessoas quando elas fazem qualquer tipo de som. Krasinski foi criticado por um jornal americano que afirmou que o filme era claramente político ao mostrar uma família branca se protegendo com armas de fogo. O cineasta rebateu dizendo que ao escrever o primeiro filme jamais pensou no prisma político e sim na ideia de um pai fazendo tudo para defender seus filhos, inspirado pelo nascimento da própria filha naquele momento.