A Fazenda 13: defesa de Dayane Mello emite nota

Parece que as polêmicas de A Fazenda 13 não estão próxima de acabar. A equipe de Dayane Mello neste domingo (26) resolveu se pronunciar a respeito do caso Nego do Borel. Em uma nota de repúdio contra a Record TV e a direção de A Fazenda, a equipe da modelo apontou que a edição do programa colocou Dayane como “culpada do abuso sofrido” 

“Na noite de ontem, assistimos uma edição triste e absurda. Apesar da expulsão do participante que colocou em risco a integridade física de Dayane, a edição optou por coloca-la como culpada do abuso sofrido. Segundo o programa exibido, o resumo da noite da vítima foi correr atrás do homem que a violentou, dando indícios e sinais afirmativos para que o mesmo se sentisse livre para praticar o ato. Mostrando uma narrativa dos fatos, na qual colocam a vítima do abuso como alguém que buscou se colocar naquela situação, além de romantizarem todo o ocorrido”, iniciou a nota.

Na sequencia, a nota diz que a edição não mostrou a relação dela com outra participante do reality (Aline Mineiro), onde já beijaram varias vezes e não foi mostrado ao público: “Para vender ao público a história construída, o programa inclusive ignora a relação da Dayane com outra participante, com quem já trocou diversos beijos e nenhum foi exibido”

“Também ocultaram partes importantíssimas, como o estado de embriaguez em que Dayane se encontrava, inclusive precisando de ajuda de quatro pessoas para vesti-la, não conseguindo sequer se segurar em pé”, disse a nota.

Esconderam do público

Em outro ponto da nota, eles alegam que a edição do reality escondeu dos olhos do publico as diversas vezes em que Dayane pediu Nego do Borel para parar: “Esconderam dos olhos do público as diversas vezes que Dayane disse para parar, que não podia e não queria, não mostraram as falas repugnantes do participante falando que precisava de concentração para seu órgão íntimo estivesse rígido o suficiente para praticar atos sexuais”.

“Expuseram no programa a conversa da Dayane com um psicólogo, homem, que mais parecia um interrogatório sobre fatos que ela nem sequer tinha ciência, inclusive direcionando e induzindo várias de suas respostas”, falou a nota.

“Foi negado a ela, o seu direito como vítima, de falar com as autoridades e seus advogados sobre o ocorrido, sob ameaças da produção de expulsão da mesma caso o fizesse, ultrapassando qualquer protocolo e cláusula contratual. São tantas alcunhas que não foram preenchidas e distorções exibidas pela edição do programa que apenas uma nota não seria o suficiente para expor. Deixamos aqui o nosso repúdio a Record e a produção dom programa, por banalizar um caso tão grave e insistir em colocar a vítima como vilã”, finalizou a nota.

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