Ana Paula Renault é abandonada pelo marido e desabafa; ex se pronuncia

A ex-BBB Ana Paula Renault (Reprodução/Instagram)

Conhecida por ter participado do Big Brother Brasil, a apresentadora Ana Paula Renault voltou a ganhar a atenção nas redes sociais nesta quarta-feira (27). Ela divulgou um vídeo em tom de desabafo em que afirma que vem tendo problemas desde o fim de seu relacionamento com Rudimar de Maman. Chorando, ela afirmou que o ex deixou a casa dos dois com uma série de pendências financeiras.

Ana Paula deu alguns detalhes específicos sobre contas do casal que teriam ficado para trás. Em uma entrevista ao portal UOL, Renault deu outros detalhes a respeito de sua separação. “Não entendi muito ao certo. Não teve nenhuma briga. Ele simplesmente virou e falou ‘Não te amo mais’, pegou as coisas e foi embora. Não sei se tem a ver com a quarentena, não sei o que passou na cabeça dele”, explica ela, que chegou a ser bloqueada por ele no WhatsApp e vem mantendo contato apenas por meio de seus advogados.

“Está tudo muito triste. Ele não quis fazer acordo. Falou que eu sou uma pessoa pública e posso me virar, que eu tenho quase 40 anos. Estou bastante horrorizada com tudo que está acontecendo. O cara foi embora e disse que não me deve nada, que eu sou uma pessoa pública e esse problema é meu. Estou vivendo cheia de dívidas, com tudo no meu nome. Contrato de aluguel, água, luz, gás, televisão, internet. O cara sumiu para a casa da mamãe dele e eu estou nessa”, desabafou.

Rudimar se pronuncia

Procurado pelo site Observatório dos Famosos, Rudimar de Maman decidiu se pronunciar e explicou o que vem acontecendo. ““Com relação às afirmações da Ana Paula de que a teria abandonado com obrigações diversas com terceiros, tenho a declarar apenas que o caso consiste, infelizmente, em uma separação de casal”, disse.

Para Rudimar, agora é necessário que as partes se ajudem às suas obrigações e diz que os detalhes estão sendo discutidos pelos advogados do ex-casal. “É algo que demanda tempo. Porém, a situação será resolvida de forma civilizada, jurídica e muito justa, sem a necessidade de ataques pessoais envolvendo familiares e até relacionamentos anteriores, sob pena de surgirem situações jurídicas mais complexas. Buscar uma solução justa é muito diferente de eximir-se da responsabilidade”, garantiu.