Antônia Fontenelle rebate acusações de xenofobia

Antônia Fontenelle, de 48 anos de idade, voltou a falar sobre o inquérito instaurado para investigações sobre supostas falas preconceituosas feitas por ela. A investigação em questão foi aberta pela policia Civil após ela fazer duras críticas ao Dj Ivis, que agrediu covardemente a sua ex-mulher Pamella Holanda. Ela na ocasião utilizou a expressão com cunho xenofóbico, falando ‘paraiba’ para rotular o cantor.

“A imprensa inteira me procurou querendo saber desse inquérito que eu vou depor, que o pessoal da Paraíba resolveu imputar um crime racial em mim. Estão fazendo sensacionalismo com o meu nome, politicagem, sei lá o que é. Não vou ter medo, porque contra fatos não há argumentos. Se tem uma coisa que eu não sou é homofóbica, misógina, racista. Tive dois maridos negros, tenho um filho negro, sabe? Noventa e oito porcento dos meus amigos são gays. Então, pode falar o que quiser”, disse ela em entrevista ao Podcast “Já é Podcast”, do youtube.

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Vale lembrar, que a famosa recentemente voltou a falar sobre o assunto no seu canal do youtube. Na ocasião, Antônia disse que está sofrendo covardia:  “Eu sou aquela pessoa que nunca deixa ninguém sem resposta. Eu não vou citar o nome do delegado hoje aqui porque presente a gente só dá no Natal e no aniversário e hoje não é nenhum dos dois. Seria, ao meu ver, um presente, citar o nome do delegado aqui no meu canal”, disse ele.

‘Esse delegado da polícia civil de João Pessoa, que eu não vou falar o nome, instaurou um inquérito policial para apurar um possível crime de racismo praticado por mim. Eu não cometi crime nenhum. Isso tá mais que óbvio. É uma covardia o que estão fazendo comigo desde que eu usei a palavra ‘paraíba’ para o DJ Ivis, agressor de mulher. Isso, graças à campeã do ‘BBB”, finalizou.

Se sentiu prejudicada

Na sequência, ela fez questão de falar suas raízes nordestinas:  “O delegado retuitou uma notícia do G1. Eu respondi dizendo que denunciação caluniosa é crime. Eu acho que o delegado não conhece a minha história. Eu sou nordestina como você. Mas eu não faço barulho no nordeste. Faço barulho no Brasil inteiro. Sou respeitada no Rio de Janeiro. Políticos entram na minha casa pedindo voto. E não estou falando de vereador não, hein? O senhor, que estudou pra isso, deveria saber o significado da palavra ‘xenofobia’. Se o jogador Hull Paraíba pode ser chamado de Paraíba e o DJ paraibano não pode ser chamado de ‘paraíba’. O Hulk não tem o nome ‘Paraíba’ na certidão de nascimento”, finalizou.

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