Antônia Fontenelle solta o verbo e detona Batoré após morte

A influenciadora Antonia Fontenelle usou sua rede social para falar sobre uma mágoa que guarda do comediante Batoré. Ele faleceu aos 61 anos nesta última segunda-feira (10), vitima de uma câncer.

Através de seu perfil do Instagram, Antônia gravou uma série de vídeos relembrando uma briga antiga com o humorista. A famosa deixou claro que não é porque a pessoa morreu, que ela acaba virando um “coitadinho”.

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Segundo Antonia, ela foi chamada de “rapariga” pelo antigo contratado de Silvio Santos. Revoltada, ela chegou a mover uma ação judicial contra Batoré onde pediu indenização de 110 mil reais.

“Hoje morreu um cearense, que todos chamam de humorista, e que pra mim ele não passava de um cara covarde, machista e que me apontou, me julgou, foi cruel, foi covarde comigo, sem nunca ter me visto na vida, sem nunca eu ter feito nada com ele, o tal do Batoré. Agora um monte de gente: coitadinho, Batoré morreu! Coitadinho o c*, não é porque ele morreu, que ele passou a ser santo e vai morar com Deus”, disparou.

Logo em seguida a famosa afirmou que não vai seguir com seu processo: ““Eu estava processando ele, mas agora ele que preste conta com quem ele tem que prestar”.

“Eu não tenho que perdoar nada, não sou Deus, quem tem que perdoar pelos feitos dele é Deus. Aqui eu estava discutindo no âmbito da Justiça, morreu, morreu. Agora dizer que era um cara exemplar, melhor comediante do mundo, que tá lá nos braços de Deus. Isso seria hipocrisia da minha parte, né? A verdade é pra ser dita. Essa é minha verdade ninguém precisa aceitar”, concluiu.

Soltou o verbo com Juliette

Tendo uma vida recheada de polêmicas, Antonia Fontenelle não esconde de ninguém que não tem papas na língua. A famosa deu uma entrevista para Juju Salimeni, no YouTube, onde relembrou um caso envolvendo Juliette.

A famosa disse que responde um processo por xenofobia, após ter sido chamada atenção pela ex-BBB nas redes sociais. Na ocasião, Antonia foi detonada após ter chamado DJ Ivis de “paraíba” ao comentar o crime de violência doméstica do artista.

“Eu chamei o DJ Ivis de ‘paraíba’ e eu respondo a um processo criminal de um delegado de lá. Com a Juliette fazendo coro a isso, dizendo que eu era xenofóbica, que é um crime racial seríssimo. Nos meus primeiros dez anos no Rio de Janeiro eu não tinha nome. Era ‘paraíba’. Nunca me senti diminuída por isso. Mas importante é entender que eu estava com muita raiva e me dirigia a um cara que arrebentava uma mulher na porrada na frente de uma criança, na frente da mãe dela… Errei na forma, no conteúdo, jamais! Não retiro nada. Eu devia ter falado isso de outra forma”, justificou.

 

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Surenã Dias
Formado em jornalismo pela UNIME Salvador, possui passagem por rádio, jornal e trabalha com público de internet desde 2016. Atualmente tem focado em projetos de audiovisual, cultura pop e celebridades.
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