Após acidente, Valesca Popozuda é vista em cadeira de rodas

Após sofrer um acidente durante show em Vancouver, no Canadá, a cantora Valesca Popozuda desembarcou no Brasil, na tarde da última terça-feira (17), e preocupou os fãs ao aparecer usando cadeiras de rodas.

A cantora de 43 anos foi vista no aeroporto Santos Dumont, na Zona Sul do Rio, toda agasalhada, de suéter de tricô, calça da grife Gucci, chinelo e meias, além de uma bota imobilizadora no pé esquerdo.

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Na ocasião, a funkeira precisou usar o acessório imobilizador e também a cadeira de rodas, pois acabou torcendo o tornozelo enquanto se apresentava na cidade canadense. Através de suas redes sociais, Valesca Popozuda contou que, apesar do acidente, estava muito feliz.

“O show em Vancouver foi tão bom que eu até torci meu pé. Mas estou bem, gente!!! Já fui atendida e já estou de botinha!!! Pronta pra outra. Que noite incrível, com direito até a um pé inchado no final! Brincadeiras à parte, vocês foram incríveis, Vancouver. Espero voltar em breve”, disse ela.

Vale lembrar que, em 2021, a famosa também passou por um outro grande susto relacionado à sua saúde. Na época, ela ficou três dias internada em um hospital do Rio de Janeiro, por conta de uma pneumonia bacteriana grave.

Início da carreira

No ano passado, Valesca Popozuda concedeu uma entrevista exclusiva ao Entretê, onde comentou sobre o início de sua carreira no funk e alguns desafios que enfrentou. Quando questionada se ser mulher e cantar músicas proibidonas há 20 anos era ainda mais desafiador, a artista respondeu:

“Hoje em dia o preconceito e machismo continuam presentes. Mas sinceramente, eu tive que comer muita poeira para chegar até aqui. Acredito que a minha liberdade feminina deixa os críticos um pouco que mais receosos. Mas a estrada não foi e não continua nada fácil. As pessoas são cheias de tabus e hipocrisia.”, opinou a famosa.

Valesca falou também, sobre um de seus maiores hits ‘Beijinho no Ombro’, que acabou virando música de novela e lhe abriu inúmeras portas no mundo da música.

“Sem dúvidas. Foi com o Beijinho no Ombro que as pessoas do Brasil inteiro puderam me conhecer. Ali, eu mostrei que independente de cantar músicas proibidonas e ter vindo de um grupo que enfrentou muito machismo, eu era preparada para trazer alegria. E mostrar o meu trabalho ao público.”, afirmou.

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Henrique Souza
Mineiro, 26 anos, Graduado em Comunicação Social, Redator e Social Media.
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