Atriz que atuou em Gênesis, Gabi Camisotti revela novidade na carreira

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Depois de atuar na novela Gênesis, da Record, a atriz Gabi Camisotti vive um novo momento na vida profissional, e está em cartaz com o musical “Grease”, em São Paulo.

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Em conversa exclusiva ao Entretê, ela desabafou sobre a experiência, falou se pretende fazer mais novelas, e ainda relembrou do momento que decidiu ser artista e do seu encontro marcante com a arte.

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Confira a entrevista:

Entretê- Como você define o seu atual projeto Grease- O Musical?

Gabi Camisotti: Se fosse pra eu definir O Grease com uma palavra, seria “União”. Seja na obra, que ilustra a relação muito forte entre as personagens e seus ideais. No elenco, onde nos contaminamos com essa energia de unidade. E por fim, no público, e na nostalgia que sentem ao se reconectar com um passado cheio de boas memórias. Grease é sobre energia e jovialidade. Pela falta de tecnologia, o “encontro” era tudo que eles tinham, então era tudo muito intenso, e tentamos trazer isso com essa montagem.

Entretê- Conte pra gente alguns detalhes de sua personagem no espetáculo?

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Gabi Camisotti: Todo mundo lembra da Rizzo como a emburradinha do filme. Mas, pra mim, a grande graça dela é a sua personalidade forte, sabendo se impor em uma época na qual as convenções, como machismo, eram muito determinantes. Ainda assim, ela não tem vergonha de ser quem é. Eu me identifico com essa coragem. Eu enxergo a Rizzo como uma mulher a frente do seu tempo, madura, mas também com vulnerabilidades e camadas.

Entretê-Você é uma incentivadora da arte. Sempre quis ser artista?

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Gabi Camisotti: Minha mãe é artista. Sempre acompanhei seu trabalho nos palcos desde muito novinha e com certeza isso me inspirou muito a seguir a carreira também. Além disso, eu observava muito meu pai, que não é artista (risos) e como ele sempre foi muito caridoso com todos a sua volta e eu me identificava com isso! Acho que eu encontrei na carreira artística uma maneira de trazer alegria ao próximo mas também de realização pessoal!

Entretê–Como definiria sua experiência em novelas?

Gabi Camisotti: Eu tive poucas experiências em audiovisual, certamente é uma área que eu quero explorar mais. Fiz participações no Disney plus e na Record, e foram suficientes pra me deixar com gostinho de quero mais, percebendo que eu também pertenço a esse lugar. Aliás, vou iniciar no segundo semestre um projeto novo, que é justamente uma série musical para uma plataforma de streaming. Vem aí!

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Entretê–Já passou algum perrengue ao longo da carreira?

A carreira de teatro musical é cheia de perrengues (hahahah) parece clichê mas a verdade é: quanto maior o esforço, maior a recompensa no momento da estreia. Fisicamente, os processos são exaustivos e desafiadores, mas transformam o artista num verdadeiro atleta. Agora micos tem um monte! Um tombo no meio do palco, uma nota quebrando sem querer ou uma crise de risos hahahahha o teatro é vivo.

Entretê- Quais as expectativas com Grease?

Gabi Camisotti: Pro espetáculo, as minhas expectativas já foram todas superadas. A energia do elenco e do público é algo surpreendente. Sabíamos desde o início que teríamos o apelo saudoso e afetivo do filme mas não contávamos com uma nova geração vindo assistir o espetáculo e admirando nosso trabalho. É sempre um público muito caloroso. Profissionalmente, pra mim, o “Grease” é um divisor de águas. Dar vida à uma antagonista tão conhecida e lembrada é um desafio que me espaço pra colocar em prática meus estudos e minhas experiências vividas. Eu busco isso na minha carreira. Realização é a palavra!

Entretê- O que te chama atenção na hora de se preparar para um novo personagem?

Gabi Camisotti: De um ponto de vista mais técnico, todo personagem pra mim é uma folha em branco. Primeiramente, eu faço uma pesquisa de referências imagéticas. Do período, do ambiente e da própria personagem. Crio, assim, paralelos com outros personagens, enriquecendo o processo criativo.
Depois, me concentro no texto. Construindo uma linha do tempo, com as principais características e informações que eu encontro na obra.
E o que falta eu me permito encontrar no processo de ensaio, sempre amparada pelos meus diretores e colegas de elenco. Eu valorizo muito a troca e a escuta durante uma criação. Fora os surtos. (Risos)

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