Bárbara Evans fala sobre o ônus da gestação

Bárbara Evans, de 30 anos de idade, vem usando as suas redes sociais para mostrar todo o seu drama com o tratamento para engravidar ( fertilização in vitro). Em entrevista a revista Quem, a modelo desabafou e disse que durante os últimos três meses é muito raro os momentos em que ela esteve bem.

“Quem me segue, me conhece e sabe que sou 100% verdadeira. E nestes três primeiros meses são raros os momentos em que estou bem. Estou passando muito mal. O começo de gestação tem sido muito difícil porque eu ainda tenho tomado progesterona. Sinto muita, mas muita dor de cabeça. A dor de cabeça é tão forte que às vezes não consigo sair do quarto. As pessoas me perguntam: ‘o que você tem sentido de coisas boas?”, iniciou ela.

“Não tem como mentir, não está sendo fácil. Queria estar passando bem para aproveitar, mas tudo tem o seu tempo e se Deus quiser tudo vai melhorar agora que vou parar os medicamentos. Mas não vou mentir que estou ótima e perfeita. Vou sempre passar a minha verdade. Não vou passar mal o dia inteiro e aparecer sorrindo nos stories. Não sou falsa e não vou romantizar a gestação”, desabafou. 

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Mantendo a fé

A modelo disse que mesmo tendo meses difíceis por conta da gravidez, tem tentado se apegar em sua fé para se manter bem mentalmente. Bárbara disse  que conseguiu ver de uma forma linda o aborto espontâneo de um dos gêmeos,  para que o outro bebe pudesse vir com saúde:

“No começo da gestação, fui fazer a primeira ultrassom e a médica falou que era um bebê e eu sentia que eram dois. E na segunda ultrassom descobrimos que realmente eram dois. Logo em seguida, com nove semanas, a gente veio a perder esse bebê. A palavra é luto, mas consegui ver de uma forma tão linda esse momento de dor. Vi que esse bebê que foi morar com o papai do céu fez isso para que o irmão dele conseguisse viver”

Não procurei nenhuma terapia ou ajuda. Fiquei tão conectada com Deus neste últimos meses, pedindo força, sabedoria para que eu entendesse a decisão que Ele tinha tomado. Antes de ir para a ultra, já tinha aceitado qualquer que fosse a decisão de Deus e fui em paz. Se eu não tivesse me conectado muito com Deus, não tinha aguentado. É muito forte ter um bebê e a perda de outro ao mesmo tempo. Só quem passa mesmo por isso entende a sensação de ter dois bebês dentro de você, perder um e seguir com outro vivo. É uma mistura forte de muitos sentimentos.”   

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