Bruna Linzmeyer mostra clique caseiro e romântico com a namorada

A atriz Bruna Linzmeyer (Imagem: Reprodução/Instagram)

A atriz Bruna Linzmeyer surgiu agarradinha com a namorada, a DJ Marta Supernova, nas redes sociais. Usando sua conta oficial no Instagram, a beldade surgiu agarradinha com a amada. As duas apareceram em cima da cama e posaram para a selfie.

Na legenda da postagem, Bruna comentou que a pandemia está quase completando um ano e meio. “1 casal há 1,5 anos em pandemia”, escreveu ela, que recebeu 100 mil curtidas em apenas algumas horas. Na caixa de comentários, é claro, os fãs e amigos deixaram muitas mensagens carinhosas e cheias de elogios ao casal. “Lindezas!”, escreveu uma internauta. “Como eu queria estar”, brincou outra.

Confira a foto de Bruna Linzmeyer nas redes sociais:

Medo de se assumir

Recentemente, Bruna Linzmeyer concedeu uma entrevista exclusiva concedida à colunista Patrícia Kogut, do jornal O Globo. Na ocasião, a beldade falou um pouco a respeito de sua vida pessoa e revelou que teve receio de perder trabalhos ao se assumir lésbica. Isso aconteceu em 2016 e ela falou que se apaixonar por outra mulher foi algo natural.

“Na época, não foi um problema. O problema começou na pessoa que me olhava, se iniciou numa matéria de jornal, com os comentários dos leitores, com o medo de quem estava à minha volta… As pessoas e eu pensávamos que eu não conseguir mais trabalhar, não sabíamos o que ia acontecer com a minha carreira. E era um receio genuíno porque isso acontecia realmente. As pessoas perdiam papéis e contratos”, disse.

Representatividade

Em outro ponto, Bruna explica que não se sentia representada pelo termo “gay”, já que, de modo geral, as pessoas o utilizam para falar de homens homossexuais. Por ser mulher, ela acredita que o termo “lésbica” é o mais adequado. E Bruna explica que foi aprendendo com o tempo a sigla LGBTQIA+ e tudo o que ela representa.

Foi uma construção coletiva porque, se eu não precisasse falar, eu não ia falar, entende? Falo porque eu preciso e porque é preciso para o mundo ser falado. Então, trato com carinho. São coisas que eu adoraria ter ouvido. E, pelo que recebo de retorno das pessoas, tem feito sentido para elas, tem feito bem esse deslocamento de olhar. Faço (essa representatividade) na maior alegria. Hoje em dia é parte de mim falar disso. Tenho escrito sobre isso, tenho feito histórias ficcionais. Então, isso virou meu ofício também”.