Cláudia Abreu ostenta curvas poderosas em praia do Rio

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Cláudia Abreu, atriz de 51 anos, aproveitou para ir à praia com sua família. Usando um maiô estiloso, a famosa chamou atenção com suas curvas poderosas enquanto brincava com os filhos e tomava banho de mar.

Na ocasião, ela estava em uma praia da Zona Sul do Rio de Janeiro com o marido, o cineasta José Henrique Fonseca, e três dos quatro filhos do casal: Felipa, de 15 anos, José Joaquim, de 11, e Pedro Henrique, de 10. A filha mais velha da artista, a cantora Maria Maud, de 21 anos, não marcou presença no passeio.

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No próximo dia 28 de abril, Cláudia Abreu poderá ser vista na segunda temporada de ‘Desalma’, série do Globoplay. Na trama, ela interpreta Ignes, uma mulher que é assombrada por ‘fantasmas’ do seu passado. A atriz está longe das novelas desde 2016, quando protagonizou ‘A Lei Do Amor’.

Veja fotos de Cláudia Abreu na praia do Rio de Janeiro:

Cláudia Abreu fala sobre ‘Desalma’

Muito elogiada por seu trabalho em ‘Desalma’, Cláudia Abreu contou em entrevista à revista Donna, que ficou muito feliz em poder protagonizar a série.

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“Voltar a fazer série era um desejo que tinha. Fiz Anos Rebeldes, e outros seriados como A Vida Como Ela É, Comédia da Vida Privada. Fiquei feliz que tenha sido Desalma. Primeiro, porque tem esse formato de temporadas. E tinha essa novidade de ser um suspense sobrenatural. É um gênero que gosto de assistir, então certamente iria gostar de fazer também. Me agradou muito essa empreitada de um vilarejo que tenha pessoas diferentes, que se comportam e falam de uma maneira própria. Fugir de um naturalismo mais corriqueiro e investir na estranheza.”, afirmou.

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Na trama, ela interpreta Ignes e lida com algumas questões mentais após a morte do marido. “Faço a Ignes, uma mulher que está com um desequilíbrio psíquico e emocional. O fato dela estar tão vulnerável às suas emoções e ser desacreditada por estar em tratamento amplia mais as possibilidades. Isso leva ela para um caminho sem volta pelo trágico.”, destacou ela, que ainda percebe um certo preconceito em como a saúde mental é abordada atualmente.

“Ainda tem muito preconceito. Se você se deprime, ninguém tem muita paciência. Logo a pessoa é vista como problemática. Ainda há um caminho longo para as pessoas entenderem que o tratamento psiquiátrico é como qualquer outro. Você é um todo: corpo e alma. Se está fazendo um tratamento para qualquer problema físico/corporal, por que não fazer para o psíquico? Acho importante esse contexto da discriminação do tratamento psiquiátrico, mas está nas entrelinhas (na série).”, explicou.

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