Cláudia Raia curte praia da Bahia e algo chama atenção

Claudia Raia divulgou clique de biquíni (Imagem: Reprodução/Instagram)

Cláudia Raia está longe dos desfiles de Carnaval deste ano, mas quem acompanha a beldade nas redes sociais, ficou encantado após visualizar uma foto quentíssima da global, usando um biquíni vermelho, bem fininho.

Na Bahia, a mãe de Enzo Celulari roubou a cena ao colocar o seu corpão sarado e definido para jogo.

Com mais de 100 mil curtidas, diversos elogios ousados foram feitos no post da estrela.

“Uma sereia dessa fora do mar, não aguento não”, disse um rapaz. “Que coisa mais linda, uma obra de arte que atinge os nossos corações”, falou a segunda pessoa. “Eu fico inteiramente chocado com essa energia”, completou a última.

Mulheres empoderadas

Claudia há pouco tempo bateu um papo com o Gshow, e comentou sobre a criação de seus dois filhos, e a forma que foi criada. Segundo ela, a sua família é cheia de mulheres fortes e feministas.

“Venho de uma família de feministas, de mulheres sozinhas que perderam seus companheiros cedo. Minha mãe sempre olhou para o outro, dando a mão para alguém que precisava, então eu vi isso. Acho que a generosidade é um hábito. Você tem que se habituar a olhar pro outro”, disse ela.

Em seguida, ela destacou que os dois filhos ficaram mais sensíveis em meio aos dias de pandemia por causa do isolamento social. Além disso, Cláudia contou que desde pequenos, levava os dois para visitarem orfanatos.

“Acho que fiz isso com eles, deu certo. O Enzo é um cara que vive para o social. A Sophia também. Os dois têm um olhar para o outro. A Sophia chora, se emociona com as questões do mundo. Nesta pandemia eles ficaram muito mais sensíveis”, disse ela.

Orfanatos

Um outro ponto que a artista mencionou, foi o fato de levar os dois filhos desde pequenos, para visitarem orfanatos.

“Passei a levá-los mensalmente para esses lugares. Eles tiravam do armário roupa, brinquedo porque criança é apegada, né? “Isso eu uso?” “Quem vai usar?”. Passava o dia inteiro convivendo com essas crianças que não tinham nada e eles com uma situação privilegiada. Acho que assim você vai treinando o olhar para o outro. Ninguém nasce sabendo, mas esse treino é preciso fazer.”

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