Cleo revela se pretende ser mãe e surpreende

A cantora e atriz Cleo, de 39 anos de idade, que se casou recentemente com o empresário Leandro D’Lucca, abriu o coração e falou sobre o desejo em ser mãe. Em entrevista ao TV Fama, da Rede TV!, a cantora disse que tem planos porém deixa tudo acontecer de forma bem natural.

“Treinamos bastante. Eu penso em ter um filho na minha vida eu preciso deixar ir acontecendo, mas eu penso, eu quero. Eu já me sinto mãe. Existe uma pressão velada o tempo inteiro”, disse ela.

“A gente não tinha vontade de casar, mas a gente quis casar um com o outro. Acho que foi isso que eu quis dizer. Não teve um pedido. Tínhamos planos e vontades iguais e estávamos apaixonados. Infelizmente ou felizmente, na sociedade, casar no papel facilita as coisas quando vocês têm planos em comum”, declarou ela.

Carreira sem a ajuda dos pais

Há pouco tempo, em entrevista concedida a revista Quem,  Cleo falou sobre a sua carreira de cantora. Na ocasião, a gata foi questionada se por um período tentou desassociar a sua carreira ao dos seus pais.

“Eu diria que sou um tanto autoafirmativa, mas estou melhorando nisso. No começo, eu não queria fazer nada com meus pais porque não queria ser comparada. Queria que o mérito fosse meu. Depois, entendi que não teria jeito. Primeiro, porque amo eles e amo os trabalhos deles. Meus pais são uma forma de inspiração e tenho que ser muito grata porque isso me deu muita oportunidade. Segundo, porque o nosso trabalho é um pouco a continuação de quem a gente é. Se vetar, acaba limitando a profundidade que a relação pode ter”, afirmou ela.

Início na carreira musical

Sobre os conselhos dos pais para ingressar na música, Cleo disse que eles sempre apoiaram as suas decisões: “Na música, comecei mesmo, oficialmente, quando eu tinha 34 anos. Só falei que estava começando a produzir, escrever, botar a voz. Uma coisa que ouvi a minha vida inteira, dos dois lados – por parte de pai e de mãe –, era para eu investir na minha carreira porque ela vai ser minha melhor amiga e nunca vai me abandonar. Isso sempre foi muito sério para mim. Não queria desperdiçar a chance de me expressar de uma maneira como me identifico”

“Do meu pai Fábio, diria que não era um conselho, mas ouvia sempre que tenho que levar a sério e me dedicar. Pelo lado da minha mãe, sempre ouvi que não se faz nada sozinho. Ela sempre dizia para respeitar todos que estão comigo. Da minha mãe, peguei muito o lance da pontualidade. Do meu outro pai, Orlando, reparei que peguei hábitos como escrever do nada, sabe? Ele faz muito isso e isso foi muito bom para mim, porque me deu um super repertório”, disse ela.

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