Com filha doente, Juliano Cazarré desabafa e revela se deixará Pantanal

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Juliano Cazarré, que vive o peão Alcides em Pantanal, desabafou nas redes sociais sobre o estado de saúde da filha Maria Guilhermina, que nasceu nas últimas semanas, e precisou operar do coração. Com ela ainda na UTI, ele pediu orações pela pequena, e explicou boatos envolvendo a sua suposta saída do elenco da novela.

“Seguimos aqui ao lado da nossa pequena guerreira, Maria Guilhermina. Amanhã ela completa duas semanas. Foram muitas emoções e muitos avanços nesse tempo. Ela tem se recuperado bem e nos últimos dias ganhou os parabéns dos amigos médicos”, começou.

“Peço a vocês que rezem por ela, para que a extubação aconteça com sucesso e que ela reaja bem ao procedimento. Agradeço do fundo do meu coração a todos que tem rezado e mandado mensagens carinhosas desejando a recuperação da nossa amada pequerrucha”, disse ele.

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Ao contrário dos rumores, o ator esclareceu que, de forma alguma saiu de Pantanal, e que chegou a gravar cenas mesmo passando pelos momentos difíceis na família.

“Apenas tirei alguns dias de licença para acompanhar o parto e os primeiros dias da Guilhermina. Nesse tempo já voltei para o Rio, gravei a novela, passei em casa, fiquei muito agarrado com o Vicente, o Inácio, o Gaspar e a Madalena. Voltei ontem para São Paulo e vou ficar aqui uns dias, mas logo, logo já volto para seguir gravando Pantanal”, desabafou.

Cenas intensas

Um pouco antes das cenas mais quentes com Maria Bruaca em Pantanal, vivida pela atriz Isabel Teixeira, Juliano Cazarré comentou sobre fazer cenas de sexo ao longo da profissão.

“Não tive muita cena desse tipo. Alcides não é um personagem que vai aparecer muito nesse tipo de sequência. Essas cenas que envolvem intimidade nunca são confortáveis”, desabafou ele sobre a trama.

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Ainda sobre o assunto, o artista declarou que sempre tomar cuidado com cenas mais íntimas. A preocupação dele é sempre deixar todos os envolvidos confortáveis.

“Ao longo da carreira, fiz um monte de outras coisas que também não são confortáveis porque fazem parte do papel. Quando faço, tenho que fazer bem, o melhor possível. Nunca saí de casa para passar crachá e trabalhar de qualquer jeito. Sempre saio para ganhar o jogo, para fazer o melhor que puder. Mas é uma intimidade forçada, que a gente não tem. E, hoje em dia, com todo esse debate de assédio, eu fico muito cheio de dedos, para ninguém interpretar nada de maneira errada. Tomo cuidado na cena, para deixar todo mundo confortável e sem se sentir mal”, argumentou.

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