Cristiana Oliveira rejeita comparação com nova Juma de Pantanal

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A atriz Cristiana Oliveira, que viveu Juma na primeira versão de Pantanal, em 1990, conversou com Danilo Gentili sobre o que realmente pensa das comparações com Alanis Guillen. Sendo que, a segunda interpreta a sua personagem no remake atual exibido na Globo.

“Assisto todo dia. Agora não, porque estou trabalhando muito, estou em turnê para lançar meu livro, as palestras que tenho feito, então está complicado, mas sempre vejo”, falou ela.

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Na sequência, a artista disse achar errado comparar a atuação das duas, visto que ambas possuem talentos e interpretações diferentes com a personagem de Pantanal.

“Não se compara, não. Isso é sacanagem. Não tem comparação. Ela [Alanis] faz do jeitinho dela. Eu amo…. Esse negócio de estar chegando aos 60, essa minha história de amadurecimento, me fez perceber que determinadas coisas e sentimentos são bobos”, admitiu.

Por fim, ela revelou enxergar como uma grande bobagem a certa ‘disputa’ para saber qual das duas interpretou ou interpreta Juma Marruá da melhor forma.

“Tenho uma segurança que, quando eu fiz, em 1990, causou a comoção que, naquela época, deveria causar. E peguei uma geração e depois peguei outra no SBT. As pessoas estão com a Juma na memória emotiva. Acho bobagem”, falou.

Rejeição

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Vale destacar que, há pouco tempo, Cristiana Oliveira participou do programa Encontro na Globo, e disse que sofreu durante um bom tempo na vida, por causa da obesidade. Na época, ela disse que não acreditava na própria beleza e sofria com isso.

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“Eu sempre fui muito insegura a vida inteira. Eu sempre precisei ouvir do outro alguma coisa positiva para validar o meu caráter. Num determinado ponto, você começa a perceber que isso é uma grande besteira e que você está perdendo a vida por estar o tempo todo querendo ser o que o outro quer que você seja“, afirmou.

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E, por falar em aceitação, a famosa disse ao Faustão que teve um período que vivia em busca da aprovação das outras pessoas sobre si mesma.

“Eu já perdi 50 kg e no meu livro eu relato essa minha passagem. Que inclui a briga com a balança. Porém, não é só uma questão referente ao físico, óbvio que também é. Até porque seria uma hipocrisia eu dizer que não. Mas é que buscava muito uma aceitação externa. Eu não conseguia criar uma segurança, uma autoconfiança. Sendo assim, eu sempre vivia a base da aprovação do outro, do olhar do outro. Eu só me sentia segura se eu recebesse um elogio. Isso era em todos os sentidos, seja no trabalho na questão física ou de comportamento. O que me prendia numa prisão interna”, contou.

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