Deborah Secco revela problema com diretor e dispara: “Questão de honra”

publicidade

Em conversa ao podcast PocCast, Deborah Secco desabafou sobre a forma que conseguiu o papel de Bruna Surfistinha, um dos mais polêmicos de sua carreira. Na ocasião, ela disse que o diretor não queria que ficasse com ela, por causa de sua fama.

Mas, com a negativa, ela falou que a vontade só aumentou. Sendo assim, a global disse que chamou o diretor para um jantar em sua casa, e se ‘encarnou’ na pele da personagem.

publicidade

SELECIONAMOS PARA VOCÊ

“Na verdade, esse filme foi um filme que ficou muitos anos testando atrizes para o personagem. Um belo dia eu conheci o produtor do filme, que me fez o convite, mas falou: ‘o diretor não quer que seja você’. O diretor achava que ia ser um personagem muito midiático, para uma atriz também midiática. Quando falam que eu não posso fazer uma coisa, eu vou querer fazer. Eu nem queria fazer tanto o filme, mas quando ele falou que o diretor não me queria, agora virou uma questão de honra”, disse ela.

Na sequência, a artista agiu sem medo algum em busca de conseguir o papel. Ela conseguiu impressionar o diretor para garantir o que queria.

“Eu marquei uma reunião com ele (diretor) na minha casa, e eu recebi ele com a camisola que eu começo o filme. Eu recebi ele de Raquel, e fui me transformando na Bruna durante o jantar, e terminei o jantar com um collant do aniversário da Bruna, de paetê (…) Então eu fui me transformando na frente dele, e quando terminei, ele falou: ‘Ok, é você’”, relatou.

Ficou irritada

No início da semana, Deborah Secco ficou brava com as críticas e comentários de ódio por causa da entrevista concedida a Léo Dias. Na conversa, ela afirmou ter vivido uma fase de ‘piranha’, com relacionamentos meio que proibidos e sigilosos.

Clique aqui e aperte o botão "Seguir" para você ser o primeiro a receber as últimas informações sobre este assunto no seu celular!

publicidade

“O povo não sabe ouvir verdades, né? A gente vive numa sociedade hipócrita, que não lida bem com os próprios defeitos. É uma sociedade em que fazemos muito pela opinião do outro. […] Poderia ficar quieta, fazendo autoanálise em casa e com os meus. Mas vivemos em uma sociedade cruel, que cobra a perfeição, e nós não temos”, disse ao UOL.

Por fim, ela afirmou representar muitas mulheres com a exposição de seu antigo caso homoafetivo.

publicidade

“Para mim, foi libertador poder me olhar com mais empatia. Olhar e saber que não fui perfeita, e que meus erros contribuíram para quem sou hoje. Me exponho porque sei que existem mulheres que se enxergaram em mim”, desabafou.

O que você achou? Siga @entreteoficial no Instagram para ver mais e deixar seu comentário clicando aqui.

Veja mais ›