Duda Beat fala sobre autoestima e cita relacionamentos tóxicos

A cantora Duda Beat, de 34 anos de idade, sempre usou a sua arte para reforçar o empoderamento feminino.  Em entrevista a revista Quem, a artista falou sobre o processo da autoestima, inseguranças e identidade musical.

“Curtir o próprio corpo é um processo para a vida toda. Desde criança, a gente já começa esse processo. Mas sou mulher, vivo de hormônios e estações. Óbvio que tem os dias em que a gente se olha no espelho e fala: ‘Ah, hoje não estou boa, não’. Mas é um constante aprendizado. É importante ter essa conversa na frente do espelho, fazer esse aprofundamento em si e se amar. Temos que nos tocar, nos amar”, declarou a cantora. 

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Em seguida, a cantora falou sobre os relacionamentos tóxicos que vivenciou: “No álbum Sinto Muito, estava praticamente saindo dessa fase de relacionamentos mais tóxicos. No Te Amo Lá Fora, já tive mais distanciamento de tudo que aconteceu na minha vida desses namoros. Por isso, ele é um disco mais de mulher forte e madura. Agora posso mostrar que não morro de amor mais. Estou de pé e pronta para a guerra. Mas, para compor isso, tenho que visitar esse passado”, relatou.

Duda Beat afirmou que não segue um padrão e estilo musical. Segundo a cantora, ela sempre busca ser fã do seu próprio trabalho: “Costumo brincar que não faço concessão. Só faço o som que eu quero. Penso muito assim, principalmente, nos discos, que são um pedaço de mim, da minha história, de onde eu vim. Coloco ali tudo que eu gostaria de ouvir. A gente tem que ser fã do próprio trabalho”, afirmou.

Força de sua música

Há pouco tempo, a cantora Duda Beat concedeu uma entrevista para a revista Quem e falou sobre a força que a sua música tem para as mulheres. Na ocasião, a artista confessou que recebe muitas mensagens de pessoas dizendo as suas  canções foram importantes durante o término:

“Torço para que sim! (risos) Muitas mulheres me escrevem que a minha música as ajudou a lidar com um término, com um coração partido, que parecia que eu tinha escrito aquilo para elas. A linguagem do amor é universal, né?! Por isso, acho que tantas pessoas se identificam. E acho que ao ouvirem as minhas histórias de amor não correspondido e como dá para ser feliz depois disso faz com que elas acreditem que aquela fase difícil vai passar também. Isso me deixa muito feliz. A gente se conecta, se entende e se acolhe pela música”, confessou. 

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