Eliana faz desabafo sobre isolamento social: “Difícil manter a sanidade”

A apresentadora Eliana ao lado da filha; artista fez um desabafo a respeito do difícil momento com o isolamento social (Imagem: Reprodução/Instagram)

O atual momento do distanciamento social, causado pela pandemia do novo coronavírus, não tem sido fácil pra ninguém. Alguns artistas estão usando as redes sociais para fazer desabafos a respeito do tema, entre eles a apresentadora Eliana, contratada do SBT. Na noite desta quinta-feira (21), por exemplo, a loira participou de uma transmissão chamava Abravalândia, que vem sendo comandada pelo ator e apresentador Tiago Abravanel.

Durante o papo, a famosa revelou que cumpre o isolamento social e segue as orientações da OMS (Organização Mundial da Saúde). E ela decidiu comentar como o enfrentamento do problema vem sendo complicado para ela e sua família. Atualmente aos 46 anos de idade, Eliana é casada com Adriano Ricco e é mãe de Manuela e Arthur (o segundo, de 8 anos, fruto da união com João Marcelo Bôscoli).

“É difícil manter a sanidade. Busco a serenidade e o equilíbrio. Em nome dos meus filhos, procuro estar e transmitir calma, mas tem vezes que fica difícil”, afirmou a comunicadora. E, assim como boa parte dos internautas, ela vem curtindo as transmissões. “As lives estão fazendo companhia para muita gente”, comentou.

Ajuda às vítimas

Em uma entrevista recente para a revista Veja, Eliana afirmou que está ajudando iniciativas de combate ao coronavírus, além de apoiar vítimas da doença. “Tenho uma missão como cidadã, mãe, mulher e comunicadora: solidariedade. Mesmo sendo filha de zelador, tendo morado em quarto e sala muitos anos, aprendi em casa a ajudar o próximo. É desumano fingir que está tudo bem”, afirmou.

As mães que moram na favela sensibilizam a contratada do SBT. “Elas passam por medos nos quais eu consigo me ver refletida. Mas sentir o que elas sentem é impossível. Muitas nem sequer têm água encanada em casa. Estou doando alguma coisa para mais de 3.000 mulheres por meio da Central Única das Favelas, a Cufa. Ajudar é estender a mão”, concluiu.

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