Em livro, Claudia Raia fala de casamentos, romances e brigas com diretores

A atriz Claudia Raia (Imagem: Reprodução/Instagram)

O livro Sempre Raia Um Novo Dia conta fatos da vida de uma das artistas mais consagradas do Brasil: Claudia Raia. A autobiografia, escrita em parceria com a roteirista Rosana Hermann, passeia  de forma cronológica, pela vida da artista, desde sua infância a momentos pessoais e profissionais. A publicação recém-lançada, revela temas e revelações polêmicas, alguns até desconhecidos pelo grande público, abordando até situações delicadas.

Claudia conta em seu livro, até fatos que a desabonam, como uma mentira contada ainda quando era criança, que levou a demissão de uma pessoa ou o apoio a Fernando Collor, na eleição presidencial de 1989, fato que chegou até mesmo a manchar a sua imagem. A atriz narra os textos com bastante naturalidade, como se os seus próprios erros tivessem até mesmo sido cometidos por terceiro, dado ao modo sem puder que ela se expôs na publicação.

Ela ainda traz detalhes de histórias já conhecidas pelo público, como seu casamento com ator Alexandre Frota, no qual afirmou que “a atração física falava mais alto”; seu romance com Jô Soares, que classificou como o seu “primeiro grande amor” e o rápido affair com Fausto Silva no início dos anos 1990. “Ele queria muito, mas eu o tinha como amigo”, revelou Claudia.

Sobre o seu casamento com Edson Celulari, pai de seus filhos Enzo e Sophia, Claudia afirmou que foram “dezessete anos de amor, amizade, respeito, admiração e nenhuma briga”, assegurou. Claudia também revelou os bastidores da Globo, emissora na qual trabalha desde de 1983, onde entrou para participar do Viva o Gordo, programa de humor comandado por Jô Soares.

Franca, a artista conta no livro dificuldades já enfrentadas dentro da emissora e os desentendimentos, os erros e acertos que a levaram a acumular 37 anos de muito sucesso dentro da casa. Como quando reivindicou mais espaço dentro da novela Roque Santeiro ao diretor Paulo Ubiratan. “Eu vim aqui para perguntar se fazer novela é só mostrar a bunda”, disse ela. “Não necessariamente. Começa na bunda, mas se você tiver talento um dia a câmera chega na sua cara”, respondeu ele.

Apesar do upgrade que recebeu na sua carreira, viver a Donatella de A Favorita (2008) também foi um momento de travar uma briga séria com o diretor Ricardo Waddington. “Nas gravações, chorei muito, ele falou um monte de coisas para mim, e eu revidei”. A atriz contou que escondeu os óculos dele, impossibilitando-o de trabalhar e só devolveu após um pedido público de desculpas com todos do set presentes. “A temperatura baixou, criamos uma ponte, e acabou tudo em amor”, garantiu.

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