Fafy Siqueira revela bastidores da Escolinha: “Eu odiava”

Fafy Siqueira revelou que não guarda boas recordações da época em que participou da Escolinha do Professor Raimundo. Ela expôs os bastidores do humorístico da Globo e confessou que odiava.

Em entrevista ao jornal O Globo, a atriz não poupou elogios a Chico Anysio, líder da Escolinha. No entanto, ela disse que guarda más lembranças dos colegas de elenco e revelou que odiava os bastidores.

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Eu odiava os bastidores da ‘Escolinha’. Os homens só sabiam falar de futebol e se achavam os maiorais. E, na minha opinião, a melhor naquela turma era Claudia Jimenez, com a Dona Cacilda”, disparou.

Atriz gera polêmica

Fafy disse ainda que quando chegou ao elenco da Escolinha os atores já não tinha mais a mesma empolgação. Além disso, afirmou que considera a nova versão do humorístico melhor do que a antiga.

“Eu entrei mais para o fim também e senti que eles já não estavam no mesmo gás. Aliás, sei que vão me odiar por dizer isso, mas eu achei essa nova versão da ‘Escolinha’ muito melhor. Foi o que aconteceu com o ‘Zorra Total’ no fim. Estava muito chato”, declarou.

Fafy Siqueira sofreu com acidente

Prestes a completar 67 anos, a atriz teve uma transformação durante a pandemia de covid-19. Ela sofreu uma queda e quebrou três costelas. Por causa do problema, precisou ficar mais de um mês em repouso.

Eu fui obrigada a descansar até ficar curada. Depois, durante o ano, acabei engordando nove quilos por conta dessa nova rotina com a quarentena. Aí chegou janeiro, olhei para mim e falei: ‘Não dá'”, contou ela, que depois do ocorrido fez uma dieta e perdeu 12 kg.

“A partir daí, comecei a fazer uma dieta que consiste no consumo de 1.600 calorias por dia e exercícios. De lá para cá, eliminei 12 quilos. Eu sempre fui assim. Sou a maior sanfona que eu conheço: engordo, emagreço, engordo, emagreço”, relatou.

Fafy contou que se manteve ativa na carreira profissional. Ela, no entanto, garantiu que não é fácil fazer humor no meio do cenário de tristeza causado pelas mortes ocasionadas pela covid-19.

“Eu acho que nós [humoristas] somos guerreiros e costumo repetir uma frase do Paulo Gustavo, que foi o rei do nosso humor depois do Chico Anysio: ‘Rir é um ato de resistência’. Nós temos essa missão atualmente de fazer o Brasil esquecer essa desgraça toda. Precisamos oferecer momentos de diversão”, disse.

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Vitor Peccoli
Publicitário, roteirista formado pela Casa Aguinaldo Silva de Artes. Escreve sobre TV e famosos desde 2013 | Contato: redacao@spinoff.com.br
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