Fátima Bernardes comemora Dia do Repórter e relembra fotos antigas

Fátima Bernardes
Fátima Bernardes (Reprodução)

Fátima Bernardes decidiu celebrar o Dia do Repórter nesta terça-feira (16), revirando o baú e mostrando os tempos quando trabalhou com o microfone em mãos, em sua maior parte no Jornal Nacional, onde ficou de 1998 a 2011.

Na publicação, a apresentadora de 58 anos mostrou carinho pela profissão que desenvolveu por alguns anos e destacou os detalhes que envolve o ser repórter.

“Sempre adorei ouvir e contar histórias da vida real. Apurar os detalhes, checar os fatos. Sempre tive a certeza da importância de uma imprensa livre e forte”, escreveu ela na legenda da postagem feita no Instagram.

E completou: “Neste dia do repórter, minha homenagem a todos que resistem e, mesmo em momentos tão difíceis, estão nas ruas para levar informação para a população. Informação de qualidade salva vidas, salva nações”.

Os registros compartilhados por Fátima fazem parte de sua cobertura no Carnaval e também durante a Copa do Mundo de 2002, quando acompanhou de perto todos os passos da seleção brasileira daquela época. Inclusive a jornalista chegou a aparecer ao lado do treinador Luiz Felipe Scolari.

Entre os comentários, alguns fãs parabenizaram a global pela data e falaram sobre sua contribuição para a classe. “Sempre será uma grande jornalista”, disse um internauta. “Sinceramente véi não dá você ultrapassa os limites da perfeição isso é muito grave!”, elogiou mais uma.

“Meu sonho desde pequena era ser repórter inspirada em Você Fátima! Muita classe a senhora ❤️”, confessou uma fã. “Você sempre foi um Talento! E ainda é sua Estrela é a comunicação e simpatia. Parabéns👏❤️❤️❤️❤️👏👏😍😂😂😂”, disse outra.

Ficou abalada com notícia

No início do ano Fátima Bernardes usou o espaço de seu programa para desabafar sobre a perda de uma funcionária pelo Covid-19. Visivelmente abalada, a apresentadora contou que as duas tinham uma história de 30 anos.

Tentando segurar o choro, ela revelou que evitaria tratar do assunto, mas decidiu falar o que sentia depois de se emocionar. “Eu notei outra coisa que mudou, tô mais chorona. Eu sempre me seguro mais. Enquanto ele tava falando, eu lembrei de uma coisa que eu pensei muito durante esse período”, disse.

“Além de ter essa sensação de que você tá tendo algo que outras pessoas não têm, que é a chance da cura –eu não ia falar nisso, porque eu sabia que ia chorar, mas como já chorei–, eu fiquei muito angustiada com todas as notícias da Covid-19, porque você acaba fazendo uma cirurgia e acaba ficando com a imunidade mais baixa. O medo dessa doença fica um pouco maior”, contou Fátima.

A notícia sobre a morte da funcionária chegou até Fátima poucas semanas após ela ter feito uma cirurgia por conta de um câncer de colon.

DEIXE SUA OPINIÃO

Veja mais ›