Fernanda Torres revela que por muito tempo não se achava bonita

A atriz Fernanda Torres, de 56 anos de idade, em participação ao programa SuperBonita, do GNT, apresentado por Taís Araújo, falou sobre as mudanças pessoas nas últimas décadas. No entanto, parece que por um período ela se considerou uma pessoa feia.

“O meu sonho era ser cocota, mas eu não era, eu não vim com esse DNA. Eu tive que trabalhar muito para me encontrar, eu era encalhada num grau porque era uma época que o menino te tirava para dançar, então você ficava nas festas esperando e ninguém vinha. Eu trabalhei muito meu borogodó. Foi difícil.” 

Em seguida, a filha da Fernanda Montenegro disse que só foi se enxergar uma pessoa bonita aos 26 anos: “Eu me lembro aos 17 anos quando um amigo do meu irmão me olhou diferente. A partir dois 26 eu fui virando quem eu era, feliz com quem eu era. Eu acho que tem a ver com maturidade, porque tem a ver com você dizer a que veio. Eu fiquei: ‘Opa, acho que agora eu to num corpo que eu reconheço como meu, eu não to lutando para ter um corpo que não é o que eu quero ter”, confessou ela.

Procurou vacina da Covid-19 específica

Em julho, atriz Fernanda Torres recebeu a primeira dose da vacina Astrazeneca. Uma semana antes de tomar o imunizante inglês, a artista foi duramente criticada nas redes sociais por procurar em postos de saúde a vacina da Pfizer.

“Eu tive Covid em dezembro, uma doença insidiosa, que começa quando o quadro viral termina. 14 dias depois da infecção, tive uma alta súbita do D-Dímero, tomei anti-coagulante, o marcador baixou, mas até hoje não retornou ao nível normal. Tenho casos de trombose na família e mesmo sabendo do risco ínfimo, mais do que ínfimo, da vacina da Astrazeneca, procurei pela Pfizer nos postos, cuja chegada ao Brasil havia sido anunciada nos jornais dois dias antes da minha data de vacinação”, começou ela. 

“Fui como qualquer cidadão, não tive informação privilegiada e não pedi que alguém se informasse no meu lugar, porque achei que aquele era um ato que cabia a mim. Também não furei fila e não forjei atestados. O fato tornou-se público e contribuiu para alimentar o negacionismo, criando uma desconfiança infundada em torno da Astrazeneca, uma vacina extremamente eficaz e segura”, falou ela. 

Fernanda Torres então recordou que a sua mãe, Fernanda Montenegro, também recebeu a mesma vacina: “Minha mãe tomou a segunda dose da Astrazeneca há um mês, meu irmão tomou Astrazeneca, bem como o meu enteado transplantado. Hoje, em respeito à Fiocruz, com toda a segurança, tomei a primeira dose da vacina Astrazeneca”, contou ela.

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