Glória Maria revela nome para vencer o BBB 2022

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Atenta aos acontecimentos do BBB 2022, Glória Maria participou do Encontro e opinou sobre quem deve vencer o reality. Ao revelar a sua opinião, ela disse que a mineira Natália pode levar a bolada, visto que já foi massacrada pelos outros participantes.

“Pela primeira vez na minha vida estou assistindo [ao BBB], não viajo há dois anos. Então vi ano passado aqueles meses todos e virei especialista em BBB quase”, disse ela, que detalhou o motivo de acreditar na vitória da jovem de 22 anos.

“Ela foi tão pressionada, massacrada, que ela também incomoda, como aquele menino do outro ‘BBB’ que teve um problema com a Karol Conká [Lucas Penteado]. Eu acho que as pessoas ficaram comovidas com ela”, comentou a artista, que gosta de entretenimento. “Tô adorando porque alguns tão criando uma ‘confusãozinha’, mas outros tão muito acomodados”, apontou.

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Nova chance

Em conversa com a revista GE, Glória Maria disse que após vencer um tumor no cérebro, percebeu que deve viver a vida intensamente. Além do mais, ela revelou mais determinação em prol da realização de seus próprios sonhos.

“Depois do tumor no cérebro, eu não vivo mais de sonhos. Eu vivo de realidade. Tenho muita coisa para realizar. Ganhei mais um ‘prazo de validade’. E estou aproveitando de todas as maneiras. Eu tinha 30% de sobreviver, 20 de viver sem sequela. É minha vida, é a minha história. É intransferível. Ninguém pode viver por mim. E eu enfrento da maneira que ela se apresenta”, afirmou.

Além disso, ela comentou que não é presa a sua idade; “Número nunca fez parte do meu show. Eu nunca fui boa em matemática. Por que seria boa com idade? Eu não quero ficar eternamente jovem. Eu quero ficar eternamente bem. É isso que me interessa”, revelou.

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Reclamou

Já em conversa com a Glamurama, Glória disse que hoje as pessoas estão chatas e revelou não acreditar e concordar com esse novo ‘normal’ de opiniões sobre tudo.

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“Eu acho tudo isso um saco. Hoje tudo é racismo, preconceito e assédio. A equipe com que trabalho me chama de ‘neguinha’, de uma forma amorosa e carinhosa. Estou há mais de 40 anos na televisão, já fui paquerada, mas nunca me senti assediada moralmente. O assédio é algo que te fere, é grosseiro, desmoraliza. Ou é novo, ou é normal, vamos ter que partir para novos olhares. Nada mudou, mas algumas pessoas se viram melhor, começaram a se observar. É preciso uma pandemia para olhar para o outro?”, refletiu.

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