Guito, o Tibério de Pantanal, é surpreendido com sucesso: “Fico tremendo”

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O ator Guito, que vive o personagem Tibério no remake de Pantanal, está radiante com a sua estreia na televisão aos 38 anos. Fã de carteirinha da trama, ele não esperava realizar o sonho de vivenciar um projeto que assistiu ao menos seis vezes na versão original exibida há mais de 30 anos.

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Em entrevista exclusiva ao Entretê, o ator, que tem Diogo Brito como nome de batismo, falou sobre a trajetória na novela. Além disso, comentou as semelhanças com o personagem e a preparação para dar vida ao braço direito de Zé Leôncio, interpretado por Marcos Palmeira.

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Confira a entrevista:

Entretê- Você tem semelhanças com o Tibério de Pantanal? Se sim, quais?

Guito: Eu e o Tibério viemos de uma mesma realidade de campo, da roça. No geral, somos muito parecidos. O único ponto que mais me distancio é na parte do coração, né. Tibério é mais aberto com emoções, agitado, preocupado…

Entretê- Como está sendo a repercussão do personagem em sua vida? Está feliz com o sucesso da novela?

Guito: Demais da conta! Eu não esperava toda essa repercussão do público. Sempre fui muito minimalista e simples. Eu só ando a pé, de bicicleta ou com a minha Rural. Quando pedem pra tirar foto comigo, fico tremendo todo ainda. Mas recebo muito carinho nas redes sociais, não esperava esse sucesso, não.

Entretê- Qual a maior dificuldade em meio aos trabalhos na trama?

Guito: As filmagens são bem corridas, porque as cenas precisam ser gravadas em tal clima e horário, o nosso alojamento fica distante de alguns pontos, tem muitos cuidados. Mas a experiência é excelente!

Entretê- Como foi a preparação para atuar com o personagem?

Guito: No começo, teve muito nervosismo em contracenar com grandes atores que eu admiro, sempre os assisti ali na TV. Mas fiquei à vontade com a produção, o elenco, o enredo mesmo que acompanhei a primeira versão. Cresci em roça, sou agrônomo, violeiro, cuido e ando de cavalo, então meu estilo de vida bateu muito com a de um peão e até para trazer uma originalidade para o meu papel. É muito bom essa ambientalização, porque coisas simples da nossa vida, como um fim da tarde com pôr do sol, caminhada ao ar livre… moldam nosso personagem.

Sucesso de Tibério

Entretê- Você já coleciona muitos fãs. Esperava por esse sucesso?

Guito: De jeito nenhum! É meu primeiro trabalho com atuação, não tinha dimensão que aconteceria esse sucesso. Jamais imaginaria que seria o Tibério, me contentava de estar presente em uma cena de viola ou um folhetim. Foi tudo muito rápido, ainda estou aprendendo a interagir nos encontros por aí e nas redes sociais.

Entretê- Deseja fazer novas novelas depois de Pantanal?

Guito: Estou aberto a essa possibilidade, claro! Tenho um desejo maior de pegar a estrada e cantar pelo Brasil, acho que dá para conciliar. Sou muito apegado a minha vida rural, com a viola e as rodas de viola.

Entretê- Como surgiu o seu amor pela arte?

Guito: Sempre gostei da arte, seja na música, novelas ou nos passeios a cavalo. Lembro de passar os fins de semana na fazenda do meu avô, assistindo a primeira versão de Pantanal. Foi uma paixão, o Velho do Rio lembrava muito ele por ser um homem quieto que passava muita sabedoria. Veio daí meu gosto!

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